O filme se passa em uma comunidade negra paupérrima na Carolina do Norte e conta a história do garoto George Richardson e de seus amigos, que passam a maioria do tempo brincando e falando da vida em construções e ruínas de fábricas abandonadas.
“Why is it that every time you start talking you sound like you’re gonna cry?”
A história não importa aqui. Nem mesmo os diálogos, muitas vezes. É aquele tão famoso filme de sensações. Os personagens assombram uma cidade-fantasma, repletos de dúvidas sobre o que a vida lhes reserva, e nós nos perguntamos se eles, um dia, conseguirão deixá-la. E, mesmo assim, em nenhum momento a cidade é desenhada de modo sombrio e decadente, mas retratada como um lugar autêntico e modesto, um pouco perdido mas deveras romântico, assim como seus habitantes. Eu nunca vi um filme que, simultaneamente, finca os dois pés na realidade... e o resto do corpo num mundo de fantasias.
A companhia perfeita para "A Árvore da Vida". O feito que Green nunca conseguiu (ou mesmo tentou) repetir. A razão da existência do cinema independente. Talvez, a obra-prima estadunidense do século XXI.
Momentos marcantes: - As conversas entre Vernon e Sonya; - O descobrimento do corpo de Buddy; - George e o chapéu de pele de seu tio, o macacão de Buddy e sua capa de herói.
Nossa, eu dormi no meio do filme, os diálogos são tediosos e parece que é improvisado sem roteiro nenhum, dei uma moral pela fotografia...Apesar dos elogios aqui nos comentários eu vou passar.
Que filme foda, essa panorâmica deixou ele mais incrível... Sem falar no contexto. Também me lembrou muito o filme Gummo. Percebi até algumas alusões com o mesmo.
Pérola da década passada, que coisa linda.
*David Gordon Green - 4/12*
“Why is it that every time you start talking you sound like you’re gonna cry?”
A história não importa aqui. Nem mesmo os diálogos, muitas vezes. É aquele tão famoso filme de sensações. Os personagens assombram uma cidade-fantasma, repletos de dúvidas sobre o que a vida lhes reserva, e nós nos perguntamos se eles, um dia, conseguirão deixá-la. E, mesmo assim, em nenhum momento a cidade é desenhada de modo sombrio e decadente, mas retratada como um lugar autêntico e modesto, um pouco perdido mas deveras romântico, assim como seus habitantes. Eu nunca vi um filme que, simultaneamente, finca os dois pés na realidade... e o resto do corpo num mundo de fantasias.
A companhia perfeita para "A Árvore da Vida". O feito que Green nunca conseguiu (ou mesmo tentou) repetir. A razão da existência do cinema independente. Talvez, a obra-prima estadunidense do século XXI.
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Momentos marcantes:
- As conversas entre Vernon e Sonya;
- O descobrimento do corpo de Buddy;
- George e o chapéu de pele de seu tio, o macacão de Buddy e sua capa de herói.
Nossa, eu dormi no meio do filme, os diálogos são tediosos e parece que é improvisado sem roteiro nenhum, dei uma moral pela fotografia...Apesar dos elogios aqui nos comentários eu vou passar.
Que filme foda, essa panorâmica deixou ele mais incrível... Sem falar no contexto. Também me lembrou muito o filme Gummo. Percebi até algumas alusões com o mesmo.
Um trabalho surpreendente,belíssimo e distinto do cinema independente norte-americano.Recomendo com louvor.