Esta é a estréia de Andrzej Wadja no cinema e o primeiro filme da Trilogia da Guerra, completada com Kanal e Cinzas e Diamantes. Realizado logo após a saida do diretor da Escola de Cinema de Lodz, o filme reúne os maiores nomes do cinema polonês de então: entre outros o diretor de fotografia Jerzy Lipman, o ator Zbigniew Cybulski e o então jovem ator e diretor Roman Polanski. É 1942, e a cidade de Varsóvia sofre a ocupação alemã. Os jovens poloneses começam a participar do movimento de resistência. O herói desta saga entra na luta a pedido da jovem por quem se apaixonara. Junto a esta história de amor Wadja mostra a coragem e o sacrifício dos conterrâneos num dos mais difíceis períodos da história de seu País.
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Ao rever agora em alta definição, o filme continua tão forte como da primeira vez que o vi. Wajda mostra toda sua genialidade já em sua estreia e realiza aqui o que considero o melhor filme de sua trilogia de guerra. Sem muitos recursos para pagar balas de festim e devido ao fácil acesso a armas devido ao pós-guerra mesmo fazendo uma década, todas as cenas de tiros foram usadas munição de verdade, o que faz a gente pensar em como foram loucos durante as filmagens todos os envolvidos. Nascia aqui toda uma geração do cinema polonês. A história é simples, mas escancara a resistência e resiliência do povo polonês frente a ocupação nazista. Há um forte sentimento comunista que Wajda foi perdendo durante os anos, mas sem perder sua essência no que acreditava. Simplesmente adoro esse filme, o final é avassalador. Estreia também de Roman Polanski, que aparece aqui como ator.
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O grande destaque vai para a qualidade técnica do primeiro longa do diretor polaco. Roteiro e cortes muito bem editados. O filme é baseado no romance "Pokolenie", de Bohdan Czeszko, que também escreveu o roteiro.
- ótimo filme! impressionante que seja apenas o primeiro do diretor
- a juventude se unindo para lutar contra os fascistas
- aprendendo desde cedo tudo que está em jogo e o que se tem a perder
- ótima fotografia e atuações
"Geração", de 1955, é o primeiro clássico da trilogia de guerra do mestre Andrzej Wajda. O filme retrata com realismo, histórias de jovens durante a ocupação alemã da Polônia na Segunda Guerra Mundial, que chegam à idade adulta através do amor e da adversidade. A fotografia é absurdamente espetacular. Estreia de Wadja no cinema.
Impressionante como nenhuma obra do mestre Wajda termina bem.
O diretor polonês encarna como ninguém as sequelas do país invadido e massacrado por nações. Até no belíssimo "As Senhoritas de Wilko", que não trata especificamente de guerra, Wajda pesa a mão na angústia e sofrimento que parecem impregnados na sociedade polonesa pós guerras.
Não é o melhor da trilogia da resistência (a geração, Kanal e cinzas e diamantes), mas é um bom filme. Participação do outro monstro sagrado Roman Polanski.