Dirigido por
Data de lançamento
13 Set. 2012Duração
A quarta temporada acompanha dois núcleos de personagem: Em Nova York, Rachel (Lea Michele) inicia sua jornada na NYADA enquanto conhece novas pessoas dividindo apartamento com seu melhor amigo, Kurt (Chris Colfer). Em Lima, os Novas Direções estão no topo após vencer as Nacionais e acolhem novos participantes, mas este novo ano se prova cheio de dificuldades para o clube manter sua reputação.
Sem anúncios
Aproveite o melhor do Filmow sem interrupções
começa a decadência né. Tem uns ep bons, mas parece um avião em queda fazendo pouso forçado.
EP 17 a 22
Guilty pleasures é o EP mais divertido dessa temporada, eu acho. Gosto de ver a evolução da Kitty, que daqui pra frente vai ser uma bitch com coração.
A performance de Spice girls é tudo pra mim, e o ódio contra o Chris Brown me fez gargalhar, já havia esquecido que isso acontecia no episódio.
O shooting stars ainda é marcante, mais de 10 anos depois. Lembrava de quase tudo desse episódio. Só de pensar que a Brittany iria morrer naquela cena do banheiro, corta o meu coração. Esse episódio trás ótimas cenas, o que mais uma vez prova que Glee não precisava ter acabado com o núcleo Ohio, já que eles carregam esse EP sem interferência de NY muito bem. Amo a cena da Kitty se desculpando e da Sue levando a culpa pela Becky. Só não entendo jogarem a Beiste pra cima do Schue do nada, mas aí lembro que é Glee e eles não queriam dar explicações mesmo.
Tem aquele drama do Schue com o Finn que leva o menino pra faculdade, e como teria sido bom acompanhar o Finn nessa jornada, mas infelizmente nós não pudemos.
Shelby volta pela última vez eu acho, só pra cantar com a Rachel, um desperdício de Idina Menzel.
A história do Rider com a Katie se estendeu demais só pra termos o drama de alguém sair do Glee club perto da competição. Mas me corta o coração pela Unique ter sido a escolhida para o catfish. Rider deve realmente ter sido bem baseado no Blake, porque ele só é um idiota agressivo. Mas temos um momento dele com a Kitty que, mais uma vez mostra que os escritores de Glee às vezes usavam os neurônios pra fazer algo importante. Enquanto os meninos zoam o rider por ter sido abusado, a Kitty dá forças para ele e quase rola algo ali.
Cassandra enfim descobre sobre a audição de funny girl, promete um inferno na vida da Rachel e acaba fazendo uma festa, mostrando que ela só é um monstro com quem ela se importa. Ainda assim, acho bom finalizarem esse arco delas, e mostrar que ela realmente queria o melhor da Rachel ainda que nem sempre mostrasse isso hahahahaha
Blaine com a história do casamento me faz ter ódio de Glee. Um bando de adolescentes toda hora falando em casar! Burt, obrigado por tudo!
O último EP trás a despedida maluca da Brittany, já que a atriz engravidou, a descoberta e mais drama chato sobre o catfish, Rachel cantando perfeitamente Celine Dion e ótimas performances na regionals depois daquela sectionals vergonhosa e tudo acaba bem porque Schue e Emma se casam.
Yay acabou.
Realmente, essa temporada só é odiada porque os antigos saíram. Tá longe de ser ruim igual a quinta, ainda mais depois que só foca em nova York.
Ep 13 ao 16
Diva é sobre a Tina, e fim. Hung Up é um dos melhores covers de Glee e gosto muito do final adicionado à música.
Bring him home não é uma música para um diva off, mas que bom que agora está 1x1 para Kurt e Rachel, que precisava de um choque de realidade (dentro e fora da série) que ela não é a única pessoa talentosa.
Santanna indo de Girl on Fire para Nova York é TUDO O QUE A SÉRIE PRECISAVA!
Gente, O Adam é fofo demaaaaaaaaaaaais, esse casal seria tudo, o que me deixa muito puto, já que o Kurt foi se pegar com o Blaine no episódio "I do". IN-SU-POR-TÁ-VEL!
Mesmo preferindo o Brody nesse momento, a cena Finchel "She loves me, she loves me not" é linda demais! A química desses dois!!!!!!!
Santanna e Quinn se pegando: UMA PENA QUE NÃO FOI UM CASAL REAL, SERIA O CASAL MAIS PODEROSO DA SÉRIE.
O beijo do Finn na Emma: ESCRITA PREGUIÇOSA.
Ally brilha no pouco tempo de tela que tem, o que só prova o erro de Blake vencer o TGP 2 tendo essa querida ou a Aylin lá pra vencer.
E, como sempre: BLAINE FAZENDO MERDA. O cara surtou por conta de uma faixa no céu falando que ele é passivo. Quem escreveu essa merda com certeza é hétero, porque não é possível!
Os eps 15 e 16 são bem fracos, a única relevância é aquele fishcat que dá em cima do Riley. A maioria das músicas eram ruins, então eu pulei.
Ah é, aqui também temos a confirmação de que Brody é GP. Nem lembrava de How to be a heartbreaker. Eita popzão bom dos anos 2010!
EP 9 a 12
O episódio onde Rachel canta Holy Night e a outra música lá é um dos pontos altos dessa temporada. O dueto com Cassandra, onde a Rachel é esmagada pela diva, é fenomenal!
Apesar de não gostar de Being Alive, fico feliz que Kurt finalmente entrou em NYADA e, se a série tivesse escritores decentes, iriam amadurecer o Kurt a partir daqui para não voltar com o Blaine, mas obviamente não tivemos tais escritores. Ver o Glee Club também se desfazendo e a Tina culpando a Marley por tudo é triste, mas a cena final com Don't dream is over é perfeita!
Eu nem lembrava que existia um episódio natalino nessa temporada. E não é que eu gostei? Amo quando vemos o lado Humano da Sue.
Sadie Hawkins começa uma história MUITO NADA A VER da Tina apaixonada pelo Blaine, que só rende uma única coisa boa: Ela cantando Hung Up (mas isso é mais pra frente).
Marley e Jake enfim falam que se amam, e eu acho o casal fofo aqui. Pena que vão estragar na quinta temporada.
Ver Puck com Kitty envelheceu ainda pior do que já era na época, pensando em todo o histórico do ator.
O episódio Nu é um dos meus favoritos dessa temporada. Amo que o Ego da Rachel é tão grande que ela duetou com ela mesma kkkkkkkkkk e um dueto incrível com uma cena hilária! Love song cantada por ela, Quinn e Santanna é lindo demais. É daquelas versões melhores que a original.
Em algum momento aqui, podemos começar a ter ideia de que o Brody realmente é um GP, já que ele se atrasa para um encontro com a Rachel, o que de novo é péssimo.
Rachel e Kurt conhecem dois homens novos e que combinam muito mais com eles, pessoas que não são tão tóxicas, mas os roteiristas querem MUITO forçar que todos os casais de ensino médio ficam juntos a vida toda, então obviamente eles estragam esses casais ainda nessa temporada.
Ver a Santanna dando um leve spoiler do que ela fará no fim do episódio seguinte é empolgante, já que ela melhora e muito o núcleo de NY, especialmente na 5ª temporada.
A desculpa que usaram para levar o glee club para as regionals é fraca? MUITO. Mas a gente abraça e segue em frente né, fazer o que.
Ep 5 a 8
O episódio de Grease é TUDO pra mim. Mais um dos pontos altos da temporada.
Qualquer novo drama do Blaine ainda é irritante, ainda mais considerando o episódio da Whitney Huston.
Ver a cena dele com o Boy lá me fez lembrar do meme que fizeram na época quando o boy diz "É porque eu não me pareço com a foto do meu perfil?" e a foto do perfil é um Farol kkkkkkkkkk
O episódio de retorno começando com Home, é LINDO DEMAIS. É tão bom rever o Cast novo e o antigo juntos. É só mais um episódio que prova pra mim o quanto a quarta temporada é boa, apesar de ser tão odiada só porque surgiu um elenco novo.
Não considerando o ator, acho a relação Jake-Riley muito melhor desenvolvida do que a amizade Puck e Finn. E mesmo achando Dynamic Duets um ep questionável, o jeito que cada um se ajuda ali naquele episódio melhorou muito aquela vergonha alheia de super heróis. Glee tinha essa tendência horrível de incorporar as coisas da cultura pop da pior maneira possível de vez em quando. Todo o drama de Blaine ir/não ir para Dalton de novo é bem chato. Tinha até esquecido que ele cantava uma versão horrorosa de Dark Side nesse episódio.
Gosto também que o problema da Marley é desenvolvido até o ep 8, levando ela a desmaiar no final. Glee tende a esquecer seus plots, então é até bom ver que esse não foi jogado para o lado, porém, se na época já era esquisito, ver a forma que a mãe dela endeusa a magreza acima de tudo em 2023 é bizarro demais, assim como todo aquele bullying que fazem com a personagem o tempo todo.