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Após escrever com alta intensidade criativa durante dois anos, Guimarães Rosa chega ao terceiro livro em 1956. ''Grande Sertão: Veredas'' traz uma narrativa épica que se desenrola por 600 páginas e mostra de maneira inovadora para sua época, e com uma impressionante técnica literária, o jeito rude do homem do sertão mineiro. Guimarães nos brinda com a história de um ''amor proibido'' e imensa profundidade psicológica entre seus dois personagens principais: Riobaldo sente-se atraído pelo companheiro Diadorim, sem saber que este é na verdade uma garota vestida de homem. Ela fez isso para poder se vingar daqueles que mataram seu pai. A mesma história foi adaptada numa minissérie feita para a TV, em 1985.
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- ainda não li o livro, por isso não tenho tantas críticas ao filme
- mas pelo escopo e por algumas cenas, da pra ver que a literatura é bem mais épica. porém, acredito que fizeram o possível com o orçamento que tinham
- as atuações pelo menos entregam demais
- mauricio do valle sem barba e bigode, parece até mais novo
Imagine adaptar os três livros de O Senhor dos Anéis em um único filme de 90 ou 100 minutos. Obviamente muita coisa relevante ficaria de fora. Pois foi o que aconteceu nessa adaptação da obra de Guimarães Rosa: o roteiro dá apenas uma ideia da grandiosidade do original. O maior segredo da trama é revelado no meio da história e o relacionamento entre Riobaldo e Diadorim é tratado de forma superficial (assim como Otacília, o outro amor de Riobaldo só aparece em uma cena). Da mesma forma a subtrama do pacto com o Diabo é jogada de forma abrupta no filme, sem um mínimo desenvolvimento prévio.
Por outro lado a direção de Renato e Geraldo Santos Pereira é ágil, com um ritmo de faroeste. Mas um livro tão marcante merecia bem mais.
Ok, chega de fugir desse livro – esse ano sai.
É um bom filme com bons diálogos, no entanto visivelmente aposta na ação, inclusive sendo um clássico bang bang.
Mas o que realmente não me agrada nesse filme é essa instabilidade do seu personagem principal.
Por incrível que pareça, mesmo com as Limitações eu gostei. Sônia Clara até que fez Bem o papel de Diadorim (É Covardia Compará-la com Bruna Lombardi), e Maurício do Valle e Jofre Soares Dispensam Comentários. Aliás, ainda não vi a Minissérie da Globo, e nem Li a Obra de Guimarães Rosa. Milton Gonçalves e Zózimo Bulbul como sempre Impecáveis em suas Participações.