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Data de lançamento
15 Março 2016Duração
Na família de Justine (Garance Marillier), todos os integrantes trabalham com a área veterinária e são vegetarianos. No entanto, assim que Justine pisa na escola de veterinária, ela acaba comendo carne. As consequência deste ano logo serão sentidas e chocarão toda a família.
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14/08/26
Um filme de amadurecimento que troca metáforas sutis por carne exposta e funciona justamente por não pedir permissão.
O roteiro transforma o corpo em campo de conflito, onde desejo, repressão e identidade colidem de forma literal. O horror não nasce do choque gratuito, mas da descoberta de quem se é quando todas as regras desmoronam. A câmera é íntima e desconfortável, sempre próxima demais, como se o espectador também estivesse atravessando esse processo de transformação. Nada aqui é elegante, porque crescer raramente é.
No fim, Raw entende que o verdadeiro terror não é virar um monstro mas é aceitar que ele sempre esteve ali, só esperando ser alimentado.
Tem momentos interessante de gore e metáforas válidas, mas no geral achei um filme bem ok, nada demais.
Após varios anos de adiamento resolvi assistir. É muito bem feito e a atriz principal é belíssima. Entretanto, quase desisti de assisti-lo por causa daquela vibe idiota de trote de faculdade com bastante bullying, bebedeira, gente querendo se incluir e uma suposta hierarquia estudantil estupida entre calouros e feras. No fim, é uma boa obra agora o argumento do filme achei paia.
Tipo, as duas gurias são insanas daquele jeito porque a mãe também e aquele canibalismo é passado de geração em geração? Achei nada haver.
O filme realmente tem umas cenas bem desconfortáveis. Mas esperava mais. O maior destaque é a ótima atuação da Garance Marillier. A direção da Julia Ducournau é boa. O ritmo é um pouco lento demais. O roteiro é bom, mas algumas coisas podiam ter sido melhor exploradas. É um bom filme que vale pelo desconforto causado.