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Sean Barker é mentalmente torturado por suas transformações em Guyver e não sabe o que fazer com esse poder. Ele é atraído para uma escavação arqueológica em Utah, que acaba por ser financiado pela Chronos. Enquanto estava lá, eles descobrem uma nave alienígena, onde Sean aprende sobre a história da humanidade e da finalidade do Guyver.
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Mais sério do que o anterior, também é (a despeito da produção classe-B) um interessante 'tokusatsu americanizado', com criaturas interessantes (principalmente o herói) e boas sequências de luta.
Inferior ao primeiro filme, tem muito mais violência e gore, que é um ponto positivo mas erra pela trama arrastada, além das atuações serem bem medíocres. O visual das criaturas continua sendo o ponto alto, fantasias e efeitos práticos muito bem feitos. Fiquei com a impressão de que esse filme seria um tipo de episódio piloto de uma série que não foi pra frente.
Peculiar espécime de "tokusatsu americano", Guyver: O Herói das Trevas traz bons efeitos especiais e caracterização de criaturas - o maior destaque dos dois filmes é justamente isso. Mas segue os mesmos erros de seu predecessor "Mutronics": as atuações ruins, misturadas com um roteiro besta e um corte final que poderia ter dispensado uns 25 minutos - peguei no sono diversas vezes, e precisei assistir todo picotado - prejudicam muito a experiência, que dá aquela velha sensação de potencial desperdiçado. Divertidinho, mas longe de ser essencial.
É melhorzinho que o filme de 91 e tem um clima mais "sério" e sombrio. Mas é longo demais, se tornando cansativo e demorando para que as cenas de ação aconteçam. E quando começam, tanto as lutas quanto os efeitos são meio fracos.
Três estrelas pelo filme e mais meia pela nostalgia. Vale mais para fãs do Sakamoto ou do David Hayter. Ou para testemunhar o nascimento do icônico "Guyver Kick", mais tarde popularizado pelo Scott Adkins.