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Duração
Uma linha geopolítica improvável entre a pequena aldeia húngara de Nagyvárad e a Terra Indígena Yanomami, na Amazônia brasileira. Judia, sobrevivente da Segunda Guerra, Claudia Andujar exilou-se no Brasil e dedicou a vida à salvaguarda dos povos Yanomami. Seu valioso acervo, sua militância incansável, seu passado de guerra e a vulnerabilidade atual dos indígenas são revistos por meio de diálogos de Andujar com o xamã Davi Kopenawa e o ativista Carlo Zacquini, com a interlocução do filósofo húngaro Peter Pál Pelbart.
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Marília Mendonça: Sentimento Louco
A sinopse é fascinante, fiquei apaixonado pela Cláudia Andujar (como não a conheci antes?!) e ficamos querendo saber e fazer mais, ao final da sessão. Porém, há algo vago (num sentido não positivo) em relação à construção desse documentário: parece que a diretora apostou numa lógica casual, e não necessariamente numa exposição direcionada - ao contrário do que demonstra o excelente título, pouco explorado na realização propriamente dita. Vi com minha mãe e ela ficou aflita por não "entender" direito quem era aquela pessoa, o que estava sendo apresentado... Para quem não conhecia a maravilhosa personagem real, como eu, o filme parece não funcionar devidamente, no sentido de que soa um tanto hermético, em termos emocionais, direcionado aos iniciados na causa. Numa revisão, portanto, talvez sirva mais. Por ora, fica o ânimo apenas moderado. E o agradecimento à diretora, claro: que bom que esse filme foi feito, na época em que ele foi feito! (WPC>)
Assisti em uma sala de cinema vazia. Não me senti sozinha.
Emocionante!
Tem pessoa mais fofa nesse mundo do que a Claudia?
Sobre pertencimento!