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Sinopse
Enquadrada por assassinato depois de descobrir um escândalo de privacidade, uma hacker ética deve fugir da polícia enquanto tenta rastrear os criminosos que a chantageiam.
A premissa é até legal, mas a execução é um desastre. É difícil chegar ao final de um filme onde nada te prende. O longa tenta ser um thriller de tecnologia, mas entrega tédio com personagens chatos, ritmo letárgico e uma trama que não decola. As cenas de ação são tão fracas quanto o desenvolvimento da protagonista, que é tão sem sal que você acaba torcendo para ela ser pega logo só pra ver se o filme acaba rápido. Uma verdadeira perda de tempo.
Assisti apenas por curiosidade. O áudio original do filme é em holandês, mas vi com a excelente dublagem. Foi a primeira vez que assisti a um filme dos Países Baixos. A história começa bem, mostrando a adolescência e a vida adulta da Mel, a protagonista, e toda a conspiração que é criada em torno dela. Mas, da metade até o final, é só ladeira abaixo: o roteiro se perde e fica monótono na maior parte do tempo. A ideia do vídeo IA falso é interessante, mas foi mal desenvolvida.
As cenas de ação, no geral, são boas — com destaque para a cena inicial, em que a Mel se esconde no alto para escapar de dois assassinos, que é bem tensa e bem executada. Mas, no final, o filme vira uma cópia piorada do ótimo Velocidade Máxima (1994). Essa, aliás, é a única cena de ação mediana do filme.
Holly Mae Brood (Mel) está bem como protagonista. O vilão é caricato, e o personagem do Thomas parece o Joseph Quinn — até na falta de carisma e talento. Esse merece um remake no futuro. Um filme mediano da Netflix que tinha potencial.
A premissa é até legal, mas a execução é um desastre. É difícil chegar ao final de um filme onde nada te prende. O longa tenta ser um thriller de tecnologia, mas entrega tédio com personagens chatos, ritmo letárgico e uma trama que não decola. As cenas de ação são tão fracas quanto o desenvolvimento da protagonista, que é tão sem sal que você acaba torcendo para ela ser pega logo só pra ver se o filme acaba rápido. Uma verdadeira perda de tempo.
Assisti apenas por curiosidade. O áudio original do filme é em holandês, mas vi com a excelente dublagem. Foi a primeira vez que assisti a um filme dos Países Baixos. A história começa bem, mostrando a adolescência e a vida adulta da Mel, a protagonista, e toda a conspiração que é criada em torno dela. Mas, da metade até o final, é só ladeira abaixo: o roteiro se perde e fica monótono na maior parte do tempo. A ideia do vídeo IA falso é interessante, mas foi mal desenvolvida.
As cenas de ação, no geral, são boas — com destaque para a cena inicial, em que a Mel se esconde no alto para escapar de dois assassinos, que é bem tensa e bem executada. Mas, no final, o filme vira uma cópia piorada do ótimo Velocidade Máxima (1994). Essa, aliás, é a única cena de ação mediana do filme.
Holly Mae Brood (Mel) está bem como protagonista. O vilão é caricato, e o personagem do Thomas parece o Joseph Quinn — até na falta de carisma e talento. Esse merece um remake no futuro. Um filme mediano da Netflix que tinha potencial.
Uma mistura mal sucedida daquele filme do ônibus desgovernado da Sandra Bullock e Mr. Robot. Filme sem pé nem cabeça.
Trama interessante e direção competente. Os personagens são todos chatos e previsíveis, porém, o que prejudica o desenvolvimento da história.
A história e boa, os atores nem tanto. Mas prende a atenção. E o melhor é que tudo se resolve em menos de 90 minutos.