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Duração
Um mergulho na história do movimento concretista de São Paulo a partir de fragmentos da obra do poeta Augusto de Campos. Uma colagem de cenas raras revela o longo rastro cúmplice entre a poesia concreta e o cinema experimental.
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" pra que poetas em tempo de pobreza? "
meu, esse curta é maravilhoso. definitivo pra mim.
tão concreto, é o que é, e ainda assim totalmente subjetivo, pq mexe com a memorabilia de cada um!
a acústica é linda, pura inspiração! me lembrou muito uma visita que fiz no Museu da Língua Portuguesa, em SP.
é um mergulho lúdico em branco e preto.
" tudo é infinito, tudo está dito, tudo está visto, nada é perdido "
a forma com que determinadas frases se repetem e se ressignificam a si mesmas, a medida que as percebemos e a conjugamos em momentos diferentes, é realmente muito bom!
resumindo... isso aqui é pra degustar .lentamente.
E
FIM.
Dadaísmo?
Poético?
Uma mista audiovisual, confusa e incerta?
Tá.
Não é para tanto, mas concordamos, é uma experiência confusamente agradável, uma sequências de imagens surreais, com pequenos frames minimalistas, a trilha sintetizada dá um clima para a narração do(s) poema.
As imagens se encaixa com a narrativa, na medida que nós absorvemos à incógnita do texto.
Bem.
Agora eu sei como seria se Augusto dos Anjos tivesse uma banda de Synth Minimalista.
"Nada é perdido, nada é perfeito, tudo é infinito."