O popstar Oliver Sim é o principal convidado de um talk show que logo desliza para uma jornada surreal de amor, vergonha e sangue. Curta musical queer em três partes.
"Essa é uma viagem infernal, pavorosa, de estranha devassidão e culpa que a maioria das pessoas chama de vida. Você aguenta?"
Hideous (Reino Unido, 2022)
Direção: Yann Gonzales. Com: Oliver Sim, César Vicente.
Oliver Sim vive aqui um cantor, ele mesmo, e também o convidado principal de um programa de TV. A partir dessa entrevista o filme vai ser uma surrealista história de amor inspirada na obra magnífica de Derek Jarman.
Yann Gonzales homenageia o cineasta Jarman com músicas de Oliver Sim num curta que reflete e expõe as feridas do que é ser uma criança que cresce sendo queer e HIV positivo.
Um simples clipe não poderia transmitir toda a profundidade e pessoalidade desse curta lindo, potente e tocante. Mesmo sem conhecer o trabalho do artista, tudo é fascinante, do enredo à produção, das composições à fotografia, cheio de homenagens e referências ao horror trash, ao gótico oitentista e a toda a estética queer. Surpreendente.
O que você diria para a criança que foi?
"Essa é uma viagem infernal, pavorosa, de estranha devassidão e culpa que a maioria das pessoas chama de vida. Você aguenta?"
Hideous (Reino Unido, 2022)
Direção: Yann Gonzales.
Com: Oliver Sim, César Vicente.
Oliver Sim vive aqui um cantor, ele mesmo, e também o convidado principal de um programa de TV. A partir dessa entrevista o filme vai ser uma surrealista história de amor inspirada na obra magnífica de Derek Jarman.
Yann Gonzales homenageia o cineasta Jarman com músicas de Oliver Sim num curta que reflete e expõe as feridas do que é ser uma criança que cresce sendo queer e HIV positivo.
É um desbunde de filme. Lindo.
Disponível no Mubi.
Os clipes são legais, o contexto abordado é muito propício, mas quando começa a parte da galhofa (que é intencional), me perdeu um pouco.
Um visual incrível com belíssimos figurinos, maquiagens e cenários! Um filme super artístico e profundo.
Um simples clipe não poderia transmitir toda a profundidade e pessoalidade desse curta lindo, potente e tocante. Mesmo sem conhecer o trabalho do artista, tudo é fascinante, do enredo à produção, das composições à fotografia, cheio de homenagens e referências ao horror trash, ao gótico oitentista e a toda a estética queer. Surpreendente.