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Data de lançamento
5 Abril 2002Duração
Claire Kubik (Ashley Judd) é uma promotora de sucesso que tem um casamento feliz com Tom Chapman (James Caviezel), até que é surpreendida com a revelação de que seu marido tem um passado escondido como integrante do exército norte-americano. Tom é acusado de ter participado em um massacre em El Salvador, sendo preso por esta acusação até que seu julgamento na corte militar ocorra. Ainda atordoada com o ocorrido e em dúvida sobre seu marido, Claire decide defendê-lo no julgamento e para tanto recebe a ajuda de Charles Grimes (Morgan Freeman), um promotor militar.
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Suspense investigativo com militarismo e tribunal, assuntos que me agradam, mais um ótima parceria de Ashley Judd e Morgan Freeman, o elenco ainda conta com Jim Caviezel, Adam Scott e Amanda Peet, o roteiro vai caminhando numa direção e como de costume tem aquela reviravolta que me pegou de surpresa.
High Crimes (2002), no Brasil Crimes em Primeiro Grau, é um filme muito bom. A trama prende a atenção do início ao fim e consegue fazer o público torcer pelos protagonistas.
Morgan Freeman (Morgan Freeman) entrega uma atuação imponente: toda vez que aparece em cena, sua presença domina a tela e rouba o foco, demonstrando mais uma vez por que ele é um dos grandes nomes do cinema. Fiquei com vontade de rever ou descobrir outros filmes dele nesse registro, já que a maioria dos seus trabalhos mais conhecidos eu provavelmente já assisti.
Quando, com cerca de uma hora e meia, os protagonistas vencem o caso principal, restando ainda mais de vinte minutos para o final, fica claro que o conflito não se encerraria ali. A narrativa ainda guarda reviravoltas, e o desfecho das tramas pessoais é o que sustenta essa última parte.
Confesso que fiquei decepcionado ao descobrir que Tom era o culpado. No entanto, o que mais me incomodou foi a forma como trataram o personagem salvadorenho. Após o Salvadoran Man (Emilio Rivera) salvar Claire (Ashley Judd) de uma morte praticamente certa nas mãos de Tom, ela ainda aponta uma arma para ele, não demonstra qualquer gratidão e o personagem simplesmente sai de cena do mesmo modo rápido e discreto como entrou. Nem ao menos deram um nome ao personagem — um coadjuvante que cumpre um papel crucial e é descartado sem qualquer reconhecimento, o que soa como uma oportunidade desperdiçada.
Sabia que conhecia Michael Gaston e Jude Ciccolella, dois atores que fizeram papéis pequenos em Prison Break e que eu reconheci logo de cara. Atores que não fazem muitos papéis em filmes, mas funcionam bem como coadjuvantes.
No geral, cumpre bem o que propõe como thriller jurídico, sustentado por uma boa história, atuações convincentes — especialmente de Morgan Freeman — e um ritmo que mantém o interesse até os créditos finais, mesmo que alguns detalhes do terceiro ato deixem um gosto um pouco amargo.
Assistido em 06/05/2026
Assistido em 21/12/25 filme cheio de reviravoltas
Muito bom, gostei, suspense até o fim.
É bom pelo saudosismo, mas trazendo para hoje em dia, é bem comum.