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Sinopse
No dia em que um meteoro está vindo para obliterar a Terra, uma mulher entra numa jornada para ir à uma última grande festa antes do mundo acabar, encontrando uma série de personagens ecléticos em seu caminho.
Filme feito no ápice da pandemia de Covid pelas ruas vazias de Los Angeles (por isso não vemos cenários fechados e os atores conversam de longe uns com os outros). Ele consegue captar bem o espírito de apocalipse que o mundo estava vivendo naquela época, mas ao contrário da maioria dos filmes com essa temática, aqui é apenas uma comédia leve e não um drama pesado, o que deixa tudo ainda mais bizarro, mas sem perder a profundidade dos filmes de fim do mundo (na verdade esse aqui ganha da maioria deles, principalmente dos de ação).
É um filme que reflete sobre o valor real das amizades, pois sempre buscamos nos outros aquilo que falta em nós mesmos, por isso que ela embarcava em relacionamentos ruins, buscando uma validação que ela não proporcionava pra ela mesma e estava sempre buscando em outras pessoas. Mas o filme não foca apenas nisso e sim nessa relação com nós mesmos, com essa voz que fala com a gente o tempo todo.
E o filme brinca com isso ao propor que outras pessoas podem enxergar não apenas nós mesmos, mas as outras versões nossas que não víamos antes.
O encerramento do filme é tão simples e ao mesmo tempo é perfeito em sua simplicidade. Vemos nele uma reflexão de que quando nos encontramos com nós mesmos os relacionamentos amorosos passam a ser apenas complementos e não mais o grande foco de nossas vidas e até as festas mais legais podem perder a graça e como se não bastasse nem mesmo o fim do mundo pode mais nos abalar.
Obs: A cena da mulher cantando com o violão no meio da rua durante o fim do mundo é a cereja do bolo.
Comédia esquecível sobre o fim do mundo. Do qual sabemos pouco. A história é chata. É sobre um personagem tentando fazer as pazes com todos que ela nunca de fato reconheceu. O tema geral, "ame a si mesmo", deixa seu ponto claro, mas eu gostaria que o filme aumentasse um pouco mais as apostas ao longo de sua duração, já que no final é tão abrupto e casual que mal notamos que o mundo acabou .
Saber que o fim do mundo se encontra na próxima esquina pode ser realmente muito libertador, um convite a conversar consigo mesmo. ... Em Perto do Apocalipse conhecemos Liza, que no último dia antes de um cometa destruir o mundo, vai reencontrar pessoas que tinha se afastado antes da festa final, sempre acompanhada de sua versão metafísica mais jovem com quem dialoga. ... É uma produção de baixo orçamento filmada durante a Pandemia que, além de poucos atores, geralmente enquadrados com uma considerável distância, se ambienta pelas ruas desabitado do subúrbio de Los Angeles, com a dupla andando de um lugar para o outro encontrando velhos conhecido, excêntricos desconhecidos e confrontando a si mesma. ... É interessante como tal narrativa se constrói a partir das limitações que vivemos nesses anos de isolamento, pois o grande tema do filme é o enfrentamento dos arrependimentos e desentendimentos que nos distanciaram daqueles que nos importamos. ... Uma comédia dramática que reflete e busca reflexão com um pouco de sarcasmo sobre quem fomos e quem somos e como ambos os momentos são importantes, tudo imerso em muita melancolia.
Filme feito no ápice da pandemia de Covid pelas ruas vazias de Los Angeles (por isso não vemos cenários fechados e os atores conversam de longe uns com os outros). Ele consegue captar bem o espírito de apocalipse que o mundo estava vivendo naquela época, mas ao contrário da maioria dos filmes com essa temática, aqui é apenas uma comédia leve e não um drama pesado, o que deixa tudo ainda mais bizarro, mas sem perder a profundidade dos filmes de fim do mundo (na verdade esse aqui ganha da maioria deles, principalmente dos de ação).
É um filme que reflete sobre o valor real das amizades, pois sempre buscamos nos outros aquilo que falta em nós mesmos, por isso que ela embarcava em relacionamentos ruins, buscando uma validação que ela não proporcionava pra ela mesma e estava sempre buscando em outras pessoas. Mas o filme não foca apenas nisso e sim nessa relação com nós mesmos, com essa voz que fala com a gente o tempo todo.
Demorei um pouco pra perceber que
as duas mulheres eram a mesma pessoa.
O encerramento do filme é tão simples e ao mesmo tempo é perfeito em sua simplicidade. Vemos nele uma reflexão de que quando nos encontramos com nós mesmos os relacionamentos amorosos passam a ser apenas complementos e não mais o grande foco de nossas vidas e até as festas mais legais podem perder a graça e como se não bastasse nem mesmo o fim do mundo pode mais nos abalar.
Obs: A cena da mulher cantando com o violão no meio da rua durante o fim do mundo é a cereja do bolo.
É um dos piores filmes sobre o assunto e com facilidade.Não consegue aproveitar o bom elenco que tem.
>Maratona Olivia Wilde - Assistido em 17 de Agosto de 2024
Comédia esquecível sobre o fim do mundo. Do qual sabemos pouco. A história é chata. É sobre um personagem tentando fazer as pazes com todos que ela nunca de fato reconheceu. O tema geral, "ame a si mesmo", deixa seu ponto claro, mas eu gostaria que o filme aumentasse um pouco mais as apostas ao longo de sua duração, já que no final é tão abrupto e casual que mal notamos que o mundo acabou .
Saber que o fim do mundo se encontra na próxima esquina pode ser realmente muito libertador, um convite a conversar consigo mesmo.
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Em Perto do Apocalipse conhecemos Liza, que no último dia antes de um cometa destruir o mundo, vai reencontrar pessoas que tinha se afastado antes da festa final, sempre acompanhada de sua versão metafísica mais jovem com quem dialoga.
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É uma produção de baixo orçamento filmada durante a Pandemia que, além de poucos atores, geralmente enquadrados com uma considerável distância, se ambienta pelas ruas desabitado do subúrbio de Los Angeles, com a dupla andando de um lugar para o outro encontrando velhos conhecido, excêntricos desconhecidos e confrontando a si mesma.
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É interessante como tal narrativa se constrói a partir das limitações que vivemos nesses anos de isolamento, pois o grande tema do filme é o enfrentamento dos arrependimentos e desentendimentos que nos distanciaram daqueles que nos importamos.
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Uma comédia dramática que reflete e busca reflexão com um pouco de sarcasmo sobre quem fomos e quem somos e como ambos os momentos são importantes, tudo imerso em muita melancolia.
22/03/2022