O Filme conta a história de Flávia, uma mulher casada, professora de ensino médio, que aos 30 anos redescobre o amor. Ela se apaixona por uma jovem cantora, e enfrenta todas as questões com sua família e com a sociedade para viver intensamente uma paixão. O filme não se limita a um conto lésbico, mas traça uma trajetória de esperança que só pode ser encontrada no amor. É essa a política que rege Butterfly, a da suavidade das relações amorosas.
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É delicado, doce, triste e neste sentido com um final aberto a interpretações, mas sobretudo é looooongo.
Ao tema.... para um filme que trata de amor, o romance meio que surge do nada. Em Flávia pôde-se justificar pela nostalgia que leva dentro, mas em Yip se vê que é só pra dar um start na história mesmo, posto que prolongar mais um filme já longuíssimo só pioraria a coisa.
Tirando os movimentos pela democracia na China, usado como pano de fundo do amor adolescente e infelizmente apenas “en passant”, o filme não tem atrativos suficientes sequer para as mais de duas horas que já dura mesmo não ter dado consistência às histórias.
O relevante: Mostra que quando se é forçado a colocar na balança afetos distintos (pais, filhos, amores) dificilmente se obtém equilíbrio, e que ser fiel a si mesmo nem sempre é simples.
Maravilhoso!
É um dos melhores filmes dessa temática que já assisti.
Tudo parece muito natural e real, não forçam a barra em nada. Mostra bem os conflitos que essa situação pode trazer.
As atrizes atuaram muito bem. Foi uma grande surpresa, até porque não sabia nem do que o filme se tratava.
E o título não poderia ser melhor.
Minha primeira contribuição por aqui :-)
Filme com temática lésbica que mais gostei. O tema do desapego pra mim foi melhor elaborado que por ex: como esquecer- filme brasileiro. Achei um filme sensível, que possibilita várias reflexões. Muito bom mesmo!
Tão meigo <3