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26 Março 2010Sete escolas da Província de Kanto estão em constante guerra entre elas. As vidas e destinos de certos alunos são determinados por suas magatama; elas contêm os espíritos e destinos de guerreiros do período chinês dos Três Reinos. Sonsaku Hakufu se mudou para Tóquio recentemente. Aparentemente, ela foi destinada a unir as sete escolas, assim como os sete Estados se uniram há muito tempo atrás. Porém, é dito que o magatama que sua mãe, Goei, lhe entregou contenha o espírito do guerreiro lendário Sun Ce. Agora,os lutadores e suas respectivas gangues (escolas) de Tóquio irão lutar entre si pela glória, seguindo ou tentando fugir de seus destinos. Quarta temporada de Ikkitousen.
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"Roupas são apenas restrições. A verdadeira força está no corpo." - Uma justificação diegética para o fanservice, beirando a metalinguagem
"Não importa quantas vezes você caia, um verdadeiro guerreiro sempre se levanta." - O ethos shonen padrão, transplantado para um contexto seinen/ecchi
O estúdio Arms, notório por sua especialização no gênero, entrega sequências de ação que, isoladamente, possuem uma fluidez e um impacto cinético consideráveis. A coreografia, embora fantasiosa, é visualmente estimulante
A obra possui uma identidade visual forte e inconfundível. Os designs de personagens, embora hiperbólicos, são icônicos dentro de seu nicho e mantêm uma consistência ao longo da franquia
O anime promete uma mistura de artes marciais mitológicas e erotismo explícito, e entrega precisamente isso, sem pretensões de ser algo que não é
Destino Vs. Livre Arbítrio. Poder e Responsabilidade.
O enredo é o ponto mais fraco, uma coleção de vinhetas de batalha costuradas por um fio narrativo frágil. A estrutura episódica, exacerbada pela troca de diretores, destrói qualquer senso de ritmo ou coesão
Arcos narrativos são introduzidos e resolvidos superficialmente, sem deixar impacto duradouro na psique dos envolvidos
Hakufu relegada a um papel secundário. Sua presença serve como um lembrete do espírito mais anárquico e simplório das temporadas anteriores. Ela representa a força bruta e o instinto, em contraste com a técnica e a honra de outras lutadoras. Seu arco de desenvolvimento está visivelmente estagnado, funcionando mais como um pilar de familiaridade para o espectador veterano.
O combate muitas vezes não serve ao Bem Comum, mas a um orgulho desregrado e a uma sede de domínio que ignora a Lei Eterna.
Se as ações são apenas repetições de um passado mítico, a responsabilidade moral da pessoa é esvaziada, tornando a virtude impossível, pois a virtude requer escolha consciente para o Bem.