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Data de lançamento
19 Set. 2018Duração
Emerson, um jovem da periferia, quer fazer um filme sobre sua história na Ilha, lugar onde quem nasce nunca consegue sair. Para isso, ele sequestra Henrique, um premiado cineasta. Juntos, eles reencenam a própria vida, com algumas licenças poéticas. O plano começa e, a partir de então, não há mais limites, afinal, cinema também é jogo.
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Gostei bastante apesar de achar que poderia ter sido mais explorado os aspectos culturais da ilha, tinha tantas camadas (...), mas a direção preferiu focar nas pautas LGBT+ , pra mim tudo bem, gosto de todas as esferas desse gênero no cinema, como tb na sociedade, mas no caso específico desse filme, ali no meio imaginei outros detalhes em evidencia. O ato final é ótimo.
Uma releitura fictícia de "Close-Up", do Kiarostami, feita em território brasileiro.
Só a cena do beijo grego já vale pelo menos uma estrela.
- 9/10
- que porrada
- emerson sabia o que uma hora ou outra iria acontecer, fazer o filme era a maneira de contar sua história, superar seus traumas e realizar seu sonho
- a cena do henrique cantando e aquele final..
- amo o cinema brasileiro
Não acrescenta nada ao cambaleado cinema nacional;
Com o longa a "Ilha", completo a filmografia de Glenda Nicácio e Ary Rosa.
Na verdade, essa dupla de cineastas baianos já cativara a admiração e atenção desde o primeiro filme assistido (" Voltei! ")... mas a cada nova obra parece melhor a experiência de descobrir a sensibilidade e brasilidade dos seus roteiros, a simpática escolha dos elencos e a simplicidade de todos os demais elementos fílmicos, confirmando que uma trama para ser bem contada não precisa de extravagâncias.
"Ilha" é uma produção diferente das demais assinadas pela dupla. É uma obra ficcional, com roteiro mais ousado e original, porém um pouco mais amadora em alguns aspectos técnicos. Ficaram perceptíveis as inconsistências nas atuações - tão mecânicas que incomodaram e atrapalharam a imersão narrativa. Talvez fosse algo proposital, para mostrar que os personagens não sabiam atuar, porém o resultado não ficou muito bom.
Outro ponto é que o enredo, assim como nos outros filmes de Glenda e Ary, também guarda uma surpresa para o público, mas os artifícios desenvolvidos para isso ficaram desprovidos de lógica, parecendo muito estranho que Henrique (Aldri Anunciação) não se recordasse de certos fatos e pessoas.
Ressalvando-se essas pequenas derrapadas, é um bom filme.