Repórter correspondente de guerra no Oriente Médio descobre que sua esposa foi assassinada na América. As investigações acabam por envolver um detetive, um amigo do casal, um psiquiatra e a ex-namorada do repórter.
Produção canadense de suspense da Quadrant Films baseado no romance de 1948 "The three roads", de Ross Macdonald (1915-1983). As filmagens aconteceram em Toronto, Ontário, no Canadá. O ano correto do filme é 1979. A aparência cadavérica de Anthony Perkins (1932-1992) mostrava que o ator devia estar com problemas de saúde.
Estréia no cinema de Catherine O'Hara. O filme apresenta 5 membros do elenco da série de TV canadense cult "SCTV" (1977-1979), todos aparecendo em pequenos papéis: Joe Flaherty, Eugene Levy, Catherine O'Hara, Dave Thomas e John Candy. Todos já haviam trabalhado com o diretor canadense George Bloomfield (1930-2011), que dirigiu os primeiros episódios de "SCTV".
Um filme esquecido no tempo, subestimado e cheio de meandros, misturando psiquiatria, loucura, pesadelos e reviravoltas. Roteiro bem desenvolvido que valoriza as boas interpretações de um elenco com alguns nomes conhecidos que apareceram em participações especiais. Mas na primeira metade, possui um enredo extremamente complexo com algumas lacunas na lógica e que caracterizou este thriller desigual segundo a crítica especializada. Nada que comprometesse o resultado total da trama.
Não conhecia essa obra perdida do começo dos anos 80 que tem como elenco central o Michael Sarrazin, Perkins e a Susan Clark. O Candy, apesar de estar na capa, faz apenas uma ponta no começo do filme, como um junkie internado na clínica. Envolvente, a trama abusa de sua história fragmentada com um clima noir, apoiado pelas belas e frias imagens de uma Toronto noturna. Os três atores principais estão excelentes no filme que conta um importante final surpresa. Ótima surpresa!!
[Em Inglês, Sem Legenda]:
https://www.youtube.com/watch?v=zxAE3xbmJiM
Produção canadense de suspense da Quadrant Films baseado no romance de 1948 "The three roads", de Ross Macdonald (1915-1983). As filmagens aconteceram em Toronto, Ontário, no Canadá. O ano correto do filme é 1979. A aparência cadavérica de Anthony Perkins (1932-1992) mostrava que o ator devia estar com problemas de saúde.
Estréia no cinema de Catherine O'Hara. O filme apresenta 5 membros do elenco da série de TV canadense cult "SCTV" (1977-1979), todos aparecendo em pequenos papéis: Joe Flaherty, Eugene Levy, Catherine O'Hara, Dave Thomas e John Candy. Todos já haviam trabalhado com o diretor canadense George Bloomfield (1930-2011), que dirigiu os primeiros episódios de "SCTV".
Um filme esquecido no tempo, subestimado e cheio de meandros, misturando psiquiatria, loucura, pesadelos e reviravoltas. Roteiro bem desenvolvido que valoriza as boas interpretações de um elenco com alguns nomes conhecidos que apareceram em participações especiais. Mas na primeira metade, possui um enredo extremamente complexo com algumas lacunas na lógica e que caracterizou este thriller desigual segundo a crítica especializada. Nada que comprometesse o resultado total da trama.
Demorou pra eu entender o que estava rolando, mas o duro é que não se tem muitas alternativas pra vilão, só poderia ser
a mulher, ele mesmo ou uma trama conspiratória, mas os roteiristas desse filme não teriam gabarito para a última opção.
Não conhecia essa obra perdida do começo dos anos 80 que tem como elenco central o Michael Sarrazin, Perkins e a Susan Clark. O Candy, apesar de estar na capa, faz apenas uma ponta no começo do filme, como um junkie internado na clínica. Envolvente, a trama abusa de sua história fragmentada com um clima noir, apoiado pelas belas e frias imagens de uma Toronto noturna. Os três atores principais estão excelentes no filme que conta um importante final surpresa. Ótima surpresa!!