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Data de lançamento
27 Set. 2013Duração
O ano é 1755 e as colônias inglesas estão sendo devastadas pelas atrocidades da guerra. O poder opositor europeu entrou em confronto com as terras fecundas de Ohio e famílias inteiras são dizimadas pela subsequente violência. Tribos nativas hostis estão invadindo a fronteira de fazendas vulneráveis e duas jovens irmãs têm de viver em meio aos ataques.
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Uma obra ate que boa no que se propõe, contar uma historia de uma família luterana no começo da colonização americana, vindas a terra das oportunidades. Tem uma linda fotografia da região, e uma linda protagonista.
Porem o que me incomoda é a limpeza, a coisa afável, todos com sorrisos e os índios maus e selvagens que matavam colonos inescrupulosamente e sequestravam seus filhos, tudo isso embalado em um aspecto de novela americana, Barbara quando adulta e pedida pelo fritz em casamento e os dois em momento algum se beijam, apenas colam o rosto e barbara cavalga, cara, muito telenovela para senhoras apaixonadas.
Ai entendi o por que dessa áurea tao ingleses corados e sorridentes, é um filme cristão, que tem que combater outras crenças e culturas, por isso os malvados índios. Só esqueceram que os índios sequestravam mas adequavam as crianças a sua cultura, ao contrario dos ingleses corados e sorridentes cristãos, que chacinavam aldeias, tomavam as terras e expulsavam seus donos de direito. Enganavam com posses que depois eram tiradas, e manipulavam os chefes nos jogos de poder, e isso perpetuou depois dos franceses com a guerra de libertação americana.
Na realidade esta parte da historia americana foi feia, suja, e cruel para todos os lados, muitos colonos tinham sonhos destruídos pelas manobras irresponsáveis dos comandantes e índios, que sempre culminava em mortes de inocentes. Nisto o filme me irritou, soou muito novela da globo onde ate pobre tem carro e uma casa boa, e ser rico e fácil no brasil.
Filme com historia boa, com figurino ótimo e fotografia, mas peca em mostrar a realidade do tempo, e não essa coisa puritana.
Lindo filme, muito emocionante o final dele!
Um lindo filme, agradável e singelo, próprio para se assistir em família. Apesar dos momentos trágicos, nunca evidencia a violência e as atrocidades inerentes a uma guerra por territórios no século 18 nos estados Unidos. Mostra-nos um mundo mais afável e fraterno, próprio das produções com cunho espiritual. Uma bela produção com uma linda fotografia e um elenco vistoso e de qualidade, embora desconhecido, nos levando a uma realidade dura, mas não menos recheada de momentos idílicos, onde a bondade do ser humano sempre prevalece.
Produção cristã indicada ao Oscar de melhor canção original que foi impugnada de forma polêmica dias antes da premiação. Canção: "Alone yet not alone" [Nota: isto não é uma nomeação oficial. Depois que as nomeações foram anunciadas em 16 de janeiro de 2014, foi determinado que o Sr. Bruce Broughton (compositor da música) tinha tomado ações na promoção da canção que eram inconsistentes com as normas de campanha da Academia. O Conselho de Governadores votou para anular a nomeação em 29 de Janeiro, e apenas quatro músicas foram incluídas na cédula final]. Ainda sem título em português, o filme tem dupla direção e elenco todo desconhecido, mas é um filme agradável, com bela fotografia e lindas paisagens do interior dos EUA.
Na trama, os nativos americanos (chamados de “selvagens” no trailer de filme) tentam “doutrinar” as meninas raptadas “para a cultura nativa”; no entanto, elas mantêm a sua fé, transformando o filme em um conto do cristianismo “triunfando” sobre outras religiões e práticas.