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Data de lançamento
8 Nov. 2019Duração
Frank Walsh (Nicolas Cage) é um caçador que viaja para as ilhas gregas a bordo de um navio de carga levando vários animais selvagens - incluindo uma rara espécie de jaguar. Mas quando um assassino sob custódia federal escapa e solta todos os animais, o navio vira um caos.
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Mais um pra conta dos filmes ruins com Nicolas Cage.Além do CGI bosta a barba do personagem de Cage fica mais rala e cerada várias vezes em cenas seguidas o que é um puta erro de continuidade.
A Famke Janssen com a cara toda esticada de procedimentos faciais é muito estranha e engraçado !😄😄😄😆😆😆😆
Colocaram o Brasil no roteiro, e odiei o enredo fraco, forçado, insosso e com personagens mais do mesmo e sem carisma. Desisti na metade e deixei rolar vendo o celular.
Sabe aquele tipo de filme que não é bom, não é decente, mas, por alguma força do destino (ou da caricatura), acaba sendo assistível? Primal é exatamente isso. A premissa parece promissora no papel: Nicolas Cage vive Frank Walsh, um caçador de animais raros que captura uma onça branca – entre outros bichos exóticos – para vendê-los a um zoológico. Mas, como todo bom B-movie precisa de um conflito maior que a própria lógica, o navio em que ele transporta sua carga preciosa também está levando um prisioneiro de altíssima periculosidade: Richard Loffler (Kevin Durand), um ex-agente das forças especiais que virou um psicopata impiedoso. É claro que ele escapa. É claro que ele solta os animais. E é claro que isso vira uma confusão generalizada.
O problema (ou a graça, dependendo da sua disposição para absurdos) é que Primal não se contenta em ser apenas um thriller de ação. Ele quer ser Duro de Matar no Mar, só que sem a esperteza de John McClane e sem as cenas de ação minimamente bem coreografadas. Frank brilharia se fosse um protagonista à la herói casca-grossa, mas, no lugar disso, temos Cage fazendo Cage: um caçador ranzinza, bêbado na medida certa para não perder a mira, e que só se preocupa com seus animais enquanto tudo ao redor desmorona. O vilão? É puro desenho animado. Kevin Durand entrega uma performance tão exagerada que faria até o antagonista de Anaconda parecer sutil.
As cenas de ação? Vamos dizer que "coreografia" não foi um termo considerado pela equipe de produção. A ideia de um thriller onde predadores reais são soltos no navio é incrível, mas a execução é puro pastelão. Em vez de momentos de tensão genuína, temos CGI digno de videogame do começo dos anos 2000 e uma série de momentos onde os personagens fazem questão de tomar as piores decisões possíveis. O resultado? Um filme que nunca chega a ser realmente emocionante, mas que ao menos entrega um bocado de risadas involuntárias.
No final das contas, Primal é como um daqueles navios cargueiros velhos: barulhento, instável, cheio de problemas estruturais e, ainda assim, impossível de desviar o olhar quando começa a afundar. Se você quiser um filme para assistir com um pé na pipoca e outro no celular, enquanto tenta decidir se isso é genial ou ridículo, bem... Primal te espera para zarpar rumo ao mar do entretenimento duvidoso.
Nem vou me dar ao trabalho de colocar o alerta de spoiler, até para poupá-los do sofrimento que é este filme.
Eu já deveria ter desconfiado da qualidade da obra quando vi o Nicolas Cage contracenando com um CGI de péssima qualidade de uma onça branca, mas na ausência de uma alternativa melhor de entretenimento, resolvi dar uma chance, mesmo prevendo a bomba que viria adiante.
Eu consegui tolerar as sequências de acontecimentos abursdos, como a cena em que dois guardas fortemente armados conquistam a incrível façanha de permitir que um prisioneiro enjaulado e acorrentado conseguisse escapar, por entender que a fuga do assassino, por mais que tenha ocorrido da maneira mais tola possível, fosse necessário para justificar a existência do filme propriamente dito.
O que eu não consegui engolir foi o dito delegado ter assassinado o próprio companheiro no momento em que ele estava prestes a abater o alvo, sob o pretexto de querer o sujeito vivo. Sinceramente, não há lógica no mundo que justifique tamanha pataquada. Pra que caralhos permitir que uma ameaça daquela continue circulando livremente pela embarcação e fazendo novas vítimas?
A única coisa que me chamou atenção além de todos os absurdos já mencionados foi o fato do prisioneiro ter a cara do Elon Musk. No mais, não há absolutamente nada que se salve nessa porcaria de filme.