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Data de lançamento
13 Nov. 2014Duração
“Irmã Dulce” conta a emocionante história da mulher que, indicada ao Nobel, chamada em vida de “Anjo Bom da Bahia” e beatificada pela Igreja, nunca se importou com títulos. A história de uma mulher cujo único objetivo era confortar os necessitados, cuidar dos doentes, amparar os miseráveis – a qualquer custo, com a ajuda de quem fosse.
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Irmã Dulce exerceu sua fé concretamente, até mesmo sob advertência de afastamento da congregação, nunca hesitou, estaria sempre disposta a ajudar os mais necessitados.
Penso que ações são mais relevantes que palavras e/ou discursos, então, pra mim, a religião se traduz em praticar o bem e ser solidário com o próximo, independentemente da doutrina.
Aquela cena, aquela cena de receber um cuspe na mão é o que é a representação figurativa de como tratamos Deus.
O filme não chega aos pés de quem foi e ainda é Irmã Dulce
Que filme lindo e emocionante, esse filme tocou em duas feridas minhas, a primeira é a vontade de eu tenho de ajudar e resolver os problemas das pessoas ao meu redor e ajudar todos os necessitados, eu queria muito poder me voluntariar e se formar em uma area que desse para ajudar e melhorar a vida de todo mundo, e segundo que esse filme toca numa ferida que eu tenho sobre religião e instituições religiosas, pra mim a dulce não era só uma freira comum, ela realmente praticava o que é dito na palavra, desde de sempre vemos que a igreja não liga para os mais pobres, instituições ficam na sua bolha e muita das vezes ignoram uma realidade, a dulce pra mim é um exemplo de como seguir a palavra de jesus nessa terra, como pode uma freira querer obedecer regras de uma instuição que não deixa pessoas mais pobres morarem e terem um local de abrigo?
Falando sobre o filme, a nota desse filme aqui ta muito baixa, eu creio que seja a famosa "sindrome do viralata", esse filme tem uma fotografia MUITO LINDA, os personagens tem uma atuação decente, o enredo do filme as vezes peca mas tem momentos muito bem feitos, bem emocionantes e marcantes, eu não gostei tanto do final mas foi um final glorioso como qualquer filme de autobiografia
Ps: eu não gosto da religião cristã e das religiões monoteista em si, mas eu sempre irei venerar e adorar pessoas como dulce, que sabem seguir a palavra que foi deixada pela religião sem usar o "mas"
Assisti na sessão da tarde quando ela foi canonizada.