Jacob (Tim Robbins) está tendo alucinações que misturam seu passado com a família e imagens da Guerra do Vietnã, onde teve cicatrizes emocionais profundas. Ele tenta descobrir junto de sua namorada Jezebel (Elizabeth Peña) e seu amigo Louis (Danny Aiello) o porquê desses delírios estarem vindo à tona.
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Que filme maluco o.o
Uma das raras obras cinematográficas que consegue traduzir a angústia da purificação da alma com tal precisão teológica. Falha minimamente ao flertar com um certo gnosticismo, mas se redime ao ancorar a redenção de Jacob no amor e na aceitação da Providência Divina. É um monumento à beleza que nasce da dor transfigurada
A Filosofia da Morte. O Trauma da Guerra. Luto e Paternidade.
Uma odisseia metafísica onde o horror é apenas a sombra projetada por uma alma que ainda resiste à luz irresistível da Redenção.
A palavra que acalma a tempestade da mente.
Desapego: O processo doloroso de soltar as amarras do mundo sensível.
sempre tive curiosidade de ver o filme pela capa.
É interessante, gostei.
O meio te convida (e nos influencia) constantemente a renegarmos nossos traumas e cicatrizes.
Existe uma jornada humilhante de surtos e desabafos até que questões neurológicas sejam levadas a sério e, mesmo quando levadas em consideração, ainda é esperado que você seja funcional. O filme é sobre isso.
Durante todo o filme o protagonista grita e constantemente escancara o problema. É o dilema psico/neurológico: sabemos que tem algo de errado conosco, mas o que? Trauma, doença, culpa? Ele vai atrás de respostas.
Enquanto isso, o uso e abuso de cuidados sintomáticos, sem nunca investigar a causa.
O filme é belo e trágico. O protagonista tem uma força e vigor descomunais, é inspirador. Enquanto lida com suas questões (que envolvem alucinações e um constante senso de perigo que o impedem de estabelecer um porto seguro a.k.a. "respirar"), é vítima de tudo e todos a sua volta.
Existe um constante feeling de "despair". Um dia que fica cada vez mais nublado. Bem nostálgico da cinematografia dos anos 90.
Time-lapses com cortes perfeitos e bem elaborados.
Atuação esplêndida de Tim Robbins, o protagonista.
Filme corajoso e atemporal.
Surpreendente. Me prendeu do início ao fim.
Estrelinha pela pontinha do Macaulay Culkin!
Achei cansativo e a história não me prendeu. O protagonista também não ajudou muito.