Uma menina órfã sofre diversas injustiças e, ao crescer, torna-se governanta de uma mansão. Ela se apaixona por seu patrão e ele por ela, o que faz com que decidam se casar. Porém a cerimônia de casamento é interrompida quando um homem acusa o noivo de já estar casado. É então revelado um segredo guardado a sete chaves por muitos anos.
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Jane Eyre de 1943. Eu esperava mais. Tanto que a sinopse do filme praticamente conta o desfecho inteiro, visto que o que ela diz acontece com 1 hora e 20 de filme. Isso já tira um pouco da surpresa e da força da narrativa.
Eu achei Edward (Orson Welles) com uma personalidade interessante e diferente. Ele carrega uma presença marcante, porém parece que solta frases de efeito e pomposas sem sentido nenhum, numa pegada meio shakesperiana que às vezes soa mais artificial do que profunda. Já o desenrolar da vida de Jane (Joan Fontaine) foi uma merda do começo ao fim.
Da infância injusta, triste e sofrida, marcada por humilhações e abandono, para uma adulta que em nenhum momento parece que consegue ser feliz de verdade.
O romance entre os dois simplesmente não engrena. Falta química, falta construção, e a relação nunca chega a transmitir a intensidade que a história pede.
A única coisa boa desse filme foi saber o que aconteceu com a sua tia (Agnes Moorehead). Ela morreu e sofreu menos do que merecia, visto tudo o que fez com Jane ao longo dos anos. Ainda gostaria de ter visto o Sr. Brocklehurst (Henry Daniell) se fodendo também, mas ele some da história a partir do momento em que Jane sai da escola. Personagem odioso, hipócrita, que usava de religião para fazer o que quisesse e oprimir quem estava sob seu controle. São tantas cenas em que odiei esse mano.
Destaque também para Elizabeth Taylor, que interpreta Helen, a única amiga de verdade de Jane, e que quase passa batido por mim, assim como Peggy Ann Garner, que interpreta Jane criança. Ambas crianças bonitas que se tornaram mulheres lindas. Especialmente Liz Taylor, que se tornou um ícone absoluto do cinema. Já Peggy Ann Garner morreu jovem de câncer, aos 52 anos, o que torna sua presença no filme ainda mais marcante em retrospecto.
No geral, o filme tem uma atmosfera pesada e alguns bons momentos de tensão, mas deixa a desejar no desenvolvimento emocional, na construção do romance central e na falta de justiça poética para alguns personagens.
Assistido em 12/08/2026
Muito bom, vide roteiro, elenco e fotografia!
Sendo bem sincera, fiquei meio decepcionada.
Não gostei muito da condução do filme, e sempre que o Edward começava a falar era chato e sem sentido pra mim. Essa é a primeira adaptação que vi de Jane Eyre e ainda vou ler o livro e ver as outras adaptações, mas sinceramente nessa achei as falas desconexas, como se eles tivessem escolhidos as que pra o diretor seriam falas e cenas mais impactantes e tirado outras que poderiam ser essenciais.
Foi meio abrupto, meio corrido, e ainda assim é um filme de uma hora e meia...
Não sei, deixou a desejar
23.11.2004
Comecei com bastante preguiça imaginando uma suposta história meio clichê e de fato até o é, o romance em si não me empolga muito, o drama da moçoila quanto menos, agora que trabalho maravilhoso de ambientação, que clima soturno sensacional numa mescla entre o filme noir e o filme de terror.