Haja libido! E vamos atrás deles, meus caros! Quando se perde a libido, o tesão pela vida e toda a tensão que a circunda, o que nos resta senão viver uma vida vazia, ordinária e cujo o único sentido e viver de forma automática? Meu Nome é Agneta bebe dessa fonte de autodescoberta tardia, mas sem prazo de validade para se reconhecer como um ser possível (amada, desejada, se desejar etc). Muito bonita a forma que a diretora encontra de narrar essa história aos poucos, sem pressa, mesmo que a fórmula seja a mesma de filmes do gênero como Bridget Jones, por exemplo. Aliás, como a atriz (espetacular!) em certos closes se confundia com a própria Rennée Zellwegger, não? Ainda assim, senti que em uma boa parte do filme, ela perde o protagonismo para o excelente Claes Månsson e o seu excêntrico e o mais lúcido de todos, Einar. Porém, realmente, é um filme inspirador e divertido.
Meu Nome é Agneta foi uma daquelas surpresas lindas que aparecem sem fazer muito barulho e, quando terminam, deixam a gente com o coração cheio. O que mais me encantou foi a forma como o filme apresenta uma mulher tão real, tão humana, tão parecida com aquelas pessoas que encontramos todos os dias. Agneta não é uma personagem criada para ser perfeita ou extraordinária; é justamente sua humanidade, com suas inseguranças, sonhos, alegrias e dificuldades, que faz com que seja tão fácil se apegar a ela.
O filme é sensível, poético e, ao mesmo tempo, muito divertido. Consegue falar sobre solidão, recomeços e a vontade de viver com uma leveza deliciosa, sem transformar tudo em um grande drama. É como acompanhar a vida de alguém que, depois de passar tanto tempo cuidando de tudo e de todos, finalmente começa a descobrir o que significa cuidar de si mesma.
Terminei com aquela sensação gostosa de ter encontrado algo realmente especial. Meu Nome é Agneta já entrou, sem nenhuma dúvida, para a lista dos melhores filmes que assisti este ano. Um filme delicado, divertido, humano e daqueles que continuam na cabeça depois dos créditos. Às vezes, a vida só precisa de um pequeno empurrão para nos lembrar que nunca é tarde demais para começar a viver de verdade.
"Quando foi a última vez que você parou pra se conectar com si mesmo?" Eu vejo um filme que fala de amores: amor ao próximo, amores difíceis, amor puro, amor de família e o principal, o amor por si próprio. Simples, sem complicação, e com uma soundtrack que eu amo kk Todas perfeitas.
Eu ter chorado mais de 2 vezes durante esse filme deve ser algum sinal.
Haja libido! E vamos atrás deles, meus caros! Quando se perde a libido, o tesão pela vida e toda a tensão que a circunda, o que nos resta senão viver uma vida vazia, ordinária e cujo o único sentido e viver de forma automática? Meu Nome é Agneta bebe dessa fonte de autodescoberta tardia, mas sem prazo de validade para se reconhecer como um ser possível (amada, desejada, se desejar etc). Muito bonita a forma que a diretora encontra de narrar essa história aos poucos, sem pressa, mesmo que a fórmula seja a mesma de filmes do gênero como Bridget Jones, por exemplo. Aliás, como a atriz (espetacular!) em certos closes se confundia com a própria Rennée Zellwegger, não?
Ainda assim, senti que em uma boa parte do filme, ela perde o protagonismo para o excelente Claes Månsson e o seu excêntrico e o mais lúcido de todos, Einar. Porém, realmente, é um filme inspirador e divertido.
Que filme bem feito. Fotografia, roteiro afiado, atuações impecáveis. Chorei muito, e ri muito também.
Meu Nome é Agneta foi uma daquelas surpresas lindas que aparecem sem fazer muito barulho e, quando terminam, deixam a gente com o coração cheio. O que mais me encantou foi a forma como o filme apresenta uma mulher tão real, tão humana, tão parecida com aquelas pessoas que encontramos todos os dias. Agneta não é uma personagem criada para ser perfeita ou extraordinária; é justamente sua humanidade, com suas inseguranças, sonhos, alegrias e dificuldades, que faz com que seja tão fácil se apegar a ela.
O filme é sensível, poético e, ao mesmo tempo, muito divertido. Consegue falar sobre solidão, recomeços e a vontade de viver com uma leveza deliciosa, sem transformar tudo em um grande drama. É como acompanhar a vida de alguém que, depois de passar tanto tempo cuidando de tudo e de todos, finalmente começa a descobrir o que significa cuidar de si mesma.
Terminei com aquela sensação gostosa de ter encontrado algo realmente especial. Meu Nome é Agneta já entrou, sem nenhuma dúvida, para a lista dos melhores filmes que assisti este ano. Um filme delicado, divertido, humano e daqueles que continuam na cabeça depois dos créditos. Às vezes, a vida só precisa de um pequeno empurrão para nos lembrar que nunca é tarde demais para começar a viver de verdade.
"Quando foi a última vez que você parou pra se conectar com si mesmo?" Eu vejo um filme que fala de amores: amor ao próximo, amores difíceis, amor puro, amor de família e o principal, o amor por si próprio. Simples, sem complicação, e com uma soundtrack que eu amo kk Todas perfeitas.