Bill é o rico empresário que precisa confrontar-se com o namorado da filha, um traficante de drogas. A questão é que ele acaba matando o rapaz. Bill entra em pânico e sai sem rumo pelas ruas, às vezes entrando em um e outro bar. É quando ele conhece Joe, um rapaz que diz odiar hippies, negros e gays. Joe explica que mataria ele mesmo todas essas pessoas. Bill então revela seu segredo e a situação fica bastante complicada.
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Esse foi o primeiro filme marcante da criança Quentin Tarantino, assistido aos 7 anos na companhia dos seus pais! Kkkkk
Uau. Nada parecido com o que eu já tinha visto.
Trilha muito boa, timing meio esquisito de filme mais antigo, fotografia bem colorida e um humor negro com tema absolutamente original.
A linguagem do filme, altamente ofensiva pros padrões atuais. O William Compton, personagem central que, depois de praticar uma ação extrema, vai sendo sugado em um novo universo, encontrando Joe, o elemento catabolizante, grande personagem.
Da cena da orgia ao final de tragédia grega vc fica numa sucessão de "que caralho é esse?!?!". Cinema muito boludo e ousado. Gostei pra caralho. Grande experiência.
Vale muito, altamente inspirador e diferente.
ponto de virada do cinema da nova hollywood pra um cinema mias bruto e conservador que desaguou na formação dos chamados "vigilantes movies" e filmes policiais violentos e controversos que dominou as décadas seguintes.
interessante também como sua estrutura de roteiro e temática foi bastante influente na construção da obra prima que o scorsese filmaria poucos anos depois, taxi driver.
Filme com a cara dos anos 70 q coloca frente a frente um empresário recatado e um proletário com tendências violentas, onde ambos compartilham o ódio pelas "minorias" (tá mais pra maiorias né?). Acaba chamando mais atenção msm pela presença da Susan sarandon novinha (quando eu assisti nem esperava ela hehe) e seu desfecho irônico.
Drama de suspense indicado ao Oscar de melhor roteiro original, com base em material factual ou material não publicado ou produzido anteriormente. Foi o 3° longa-metragem do diretor John G. Avildsen (1935-2017), o mesmo realizador de Rocky: Um lutador (76), Karatê Kid: A hora da verdade (84) e Meu mestre, minha vida (89), dentre outros. Dennis Patrick (1918-2002) parecia o irmão perdido do Bolsonaro, tamanha semelhança brutal com nosso presidente.
Peter Boyle (1935-2006) escreveu um roteiro para uma sequência proposta em que Joe é libertado da prisão e tem que lidar com seu filho hippie. Nos anos 80, a Cannon Pictures continuou anunciando a cada ano por vários anos que o projeto estava em "pré-produção", embora tenha sido descartado. Estréias no cinema de Susan Sarandon e de Marlene Warfield. Filme final de Audrey Caire (1927-2007).
Um filme perturbador em camadas, cheio de impulsos conflitantes e com cenas polêmicas; simultaneamente artificial e cru; sutil e pesado; datado e oportuno. A colisão das gerações mais velhas e novas durante a cena da orgia é um destaque difícil de ser esquecido.
Começando com um assassinato e terminando com um massacre,
Fraco.