Trancada num porão escuro, Laura, uma psiquiatra de 30 anos, contempla horrorizada um vídeo onde um homem confessa ser um assassino em série. É Ramón, um homem aparentemente normal, de 40 anos, que parece ser inofensivo. Amordaçada e amarrada a uma cadeira, Laura descobre que é a mesma pessoa que a raptou e que a vislumbra na sombra. Um jogo de tortura psicológica começa, o jogo de palavras.
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O filme te mantém interessado até o final, e tem boas reviravoltas. A polícia é mais burra do que deveria, nem tudo se encaixa perfeitamente na trama, e dá pra matar o que aconteceu antes do filme te dizer, mas ainda sim é um bom passatempo. A última cena é perturbadora.
Os jogos psicológico e de palavras permitiu um suspense leve. Mas o filme ficou previsível.
que legal, tem o livro! vou procurar. adorei esse filme, muito bom roteiro e desfecho surpreendente.
É bom.O legal é que a cada momento surge novos fatos e tu fica sem saber em quem acreditar.Achei bem elaborada a história.
Não li o livro e nunca havia ouvido algo sobre esse filme estranhamente e eletrizantemente gostoso, dá arrepios somente lembrar e não há como não afirmar ser um filme com uma história interessante repleto de imagens fortes bem urdidas estranhamente límpidas no ambiente seco e escuro que nos faz sentir o medo pavoroso em estar ali. Essa menina espanhola (Laura Mañá), que a Catalhuna viu nascer em 12 de Janeiro de 1968 de beleza típica das mulheres de seu país, conseguiu me fazer tremer e temer minha falta de coragem em ter que resistir às imagens bem trabalhadas, aos cortes precisos em precisos e preciosos momentos onde já não havia mais nervos – e nem coragem – para continuar resistindo ao bombardeio de adrenalina inundando minhas veias ao som terrificante de um jogo macabro. As idas e vindas aqui e acolá permitem um adocicar nesses oitenta e sete minutos do sofrer sôfrego do eu vítima incapaz de piscar afogado, vez por outra, na falta de fôlego pela respiração dolorosamente interrompida como se mergulhado em um mar aberto e insano longe de todo, e de todos, na minha busca interna de uma, uma qualquer, tábua de salvação: a palavra que falta!
Não são dignas as notas estrelas que pontuamos essa maravilha, mas se você quiser também mergulhar nesse filme de dar arrepios clique aí em baixo...
http://cinerialto.blogspot.com.br/2013/03/Northwest.html