É visível que fizeram essa continuação apenas para tentar fisgar a nova geração para os contos.Mas tudo apresentado aqui é deprimente.Parece um episódio de Malhação.
Embora o filme apresente um quarteto de protagonistas carismáticas, tendo como principal destaque a boa atuação de Cailee Spaeny no papel de Lily, suas motivações e arcos narrativos são bem superficiais, o que dificulta uma conexão mais profunda com o público. O mesmo problema acontece com os personagens secundários. Além disso, a trama se desenvolve de forma apressada e é bastante previsível. Para quem espera uma história cheia de intensidade envolvendo bruxas adolescentes, pode se decepcionar.
É um filme confuso sobre o que ele quer falar, e é mais confuso ainda pensar que é uma produção da blumhouse. É um filme de terror? É sobre adolescentes se descobrindo? É uma crítica ao patriarcado? Parece que é tudo isso junto e ao mesmo tempo sobre quase isso. O melhor mesmo são as adolescentes usando seus poderes e descobrindo eles enquanto toca Sharon Van Etten. De resto é tudo muito oscilante e superficial.
Dificil, as meninas são bonitinhas e até carismáticas mas nada desenvolve e o roteiro é um lixo.
É visível que fizeram essa continuação apenas para tentar fisgar a nova geração para os contos.Mas tudo apresentado aqui é deprimente.Parece um episódio de Malhação.
>Assistido em 17 de Janeiro de 2026
Embora o filme apresente um quarteto de protagonistas carismáticas, tendo como principal destaque a boa atuação de Cailee Spaeny no papel de Lily, suas motivações e arcos narrativos são bem superficiais, o que dificulta uma conexão mais profunda com o público. O mesmo problema acontece com os personagens secundários. Além disso, a trama se desenvolve de forma apressada e é bastante previsível. Para quem espera uma história cheia de intensidade envolvendo bruxas adolescentes, pode se decepcionar.
É um filme confuso sobre o que ele quer falar, e é mais confuso ainda pensar que é uma produção da blumhouse. É um filme de terror? É sobre adolescentes se descobrindo? É uma crítica ao patriarcado? Parece que é tudo isso junto e ao mesmo tempo sobre quase isso. O melhor mesmo são as adolescentes usando seus poderes e descobrindo eles enquanto toca Sharon Van Etten. De resto é tudo muito oscilante e superficial.
um insulto ao filme de 96!