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Data de lançamento
13 Dez. 2015Duração
A inventora Joy Mangano (Jennifer Lawrence) é uma mãe solteira com 3 filhos, cheia de ideias criativas na cabeça. A sua primeira criação revoluciona o mercado com o Miracle Mop, um esfregão feito com um tecido propício para ser torcido, sem a pessoa molhar as mãos. A partir dessa invenção, ela constrói seu negócio milionário.
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O mercado é cruel
essa atriz SABE escolher os filmes pra fazer rs
acabei de assistir em inglês, versão original, em 2026, sem traduções porcas nem de títulos nem de roteiro..
mostra a realidade de MUUUUITAS famílias atualmente, infelizmente de falta de estrutura, de caos, de brigas, de dificuldades financeiras, de desorganização, de falta de maturidade, de viverem cada um numa bolha particular..
sustentando tudo nas costas de uma única pessoa que sempre se mostrou ser a mais sensível E a mais razoável e responsável da família, até dizer chega para só as demandas externas e começar a botar limites e correr atrás do que ela sempre quis
sem aceitar certos NÃOs como resposta e lutar com todas as forças, alma, corpo, coragem e ousadia pelo que era o CERTO a se fazer..
mostra bem a realidade dos negócios a meu ver.. se ilude quem acha que tudo no mundo dos negócios é "clean", claro e limpo.. quando se envolve dinheiro até as pessoas mais próximas se revelam às vezes trapaceiras, invejosas e tentam te passar rasteiras.
mas o roteiro do filme mostra a jornada INCRÍVEL dela, mulher, forte, empreendedora, inventora, mãe, filha, vinda de uma origem simples e com inúmeras dificuldades de relacionamentos, se superando e superando a história da sua família e realizando a própria história que idealizou desde criança, misturada com o que a família dela dizia para ela mesma..
é bonito de ver a jornada, complexa e sensível como a vida realmente é..
não é um filme superficial, apesar de em alguns momentos parecer.
passam inúmeras mensagens.
o figurino, os cenários, a fotografia, direção, o elenco (maravilhoso) e o roteiro são muito bons! a edição também ficou boa (porque hoje em dia tem uns filmes que nem por deus).
o clima do filme, a construção e desenvolvimento dos personagens é lindo de acompanhar!
o desenrolar da trama também é gostosa de assistir, te prende por ser diferente o estilo do filme, mas sem ser monótomo.
sobre o estilo e estrutura do filme em si..
achei beeeem legal e interessante o que fizeram, de mostrar o passado no meio de uma conversa como se fosse um flashback, mas um flashback bem encaixado e bem claro que era flashback porque volta na cena anterior para contextualizar, mas sem exagerar e ficar parecendo que vai acontecer isso o filme todo (quando isso acontece é bem chato) e depois também faz o mesmo com cenas do futuro, que achei GENIAL e bem colocada também..
sério! muito massa!
pra quem curte filmes diferentes, mas com roteiro bom, com uma história bacana, uma mensagem bacana. vale DEMAIS esse filme!
essa atriz sabe real escolher os filmes que faz.
eu recomendo. filme fluido
PS: fui xeretar e ver se já tinha visto mais filmes desse diretor.. e dos que vi, esse é o único que gostei aparentemente. arrasou!
"Joy: O Nome do Sucesso" funciona como um "filme de persistência" disfarçado de drama familiar: a mensagem central é que ideias só viram realidade quando alguém aguenta o tranco da execução, lidar com rejeição, burocracia, gente oportunista e, principalmente, com a insegurança de apostar em si mesma, e isso fica bem claro na jornada da Joy ao transformar uma invenção doméstica em negócio, aprendendo na marra a negociar, se posicionar e não deixar outros contarem sua história por ela. Ao mesmo tempo, a experiência que tive no filme é que ele é assistível – regular – porque o diretor tenta misturar fábula motivacional, comédia amarga e novela familiar barulhenta, e o resultado é irregular: há cenas fortes (especialmente quando a protagonista precisa "vender" a própria visão e enfrentar o mundo corporativo/varejista), mas a narrativa frequentemente se dispersa em subtramas e exageros, o que tira impacto emocional e dá sensação de que o filme se estica mais do que precisa. Ainda assim, Jennifer Lawrence sustenta o interesse com carisma e vulnerabilidade, e a lição fica: criatividade não basta, autonomia vem quando você aprende a proteger sua ideia, insistir com estratégia e atravessar o caos sem perder a voz. Eu achei um filme 6/10. Eu assisti na Disney Plus.
Amontoado de cenas e algumas coisas legais no meio.
Família, uma maldição ou uma dádiva?
É importante que as falhas aconteçam, mas o mais importante, é lembrar que as pessoas também falham e que portanto, o dever de continuar deve ser constante.
Uma história de superação mesmo diante daqueles que mais amamos tentarem nos impedir de continuar.