Julie (Doris Day) é uma mulher aterrorizada pelo ciúme doentio de seu marido (Louis Jourdan), um pianista. Ela procura a polícia, que não acredita que o marido seja psicopata e duvida de suas palavras.
A interpretação de Doris Day é mui eficiente, assim como, a construção de alguns personagens, Louis Jourdan como seu atual marido psicótico, ciumento cujo ela suspeita que tenha matado seu primeiro marido. E Barry Sullivan como amigo que quer ajudá-la a fugir do marido assassino. Doris Day como havia mencionado anteriormente, está muito bem no papel. Deveria ter feito mais suspense em sua carreira creio eu que devabrer feito somente três suspenses. O enredo é instigante numa correria sem precedentes para a personagem de Day fugir do marido psicótico que a persegue. Agora o roteiro escorregou em seus 20 minutos finais quase estragando o filme. Afora este detalhe, é um suspense interessante e válido de assistir, uma vez que, mostra como a relação abusiva dos homens em relação as mulheres eram permitidas e chanceladas pelas leis e pelas instituições.
Visto em 03/05/2022. Assisti ao filme sem saber nada sobre ele, e acho que foi isso que me fez gostar dele. Pois é completamente diferente dos outros filmes da Dorys Day que já vi. Tem uma pegada séria e uma trama interessante, além de não ter um musical atrás do outro.
Drama policial noir da MGM em preto e branco indicado a 2 categorias no Oscar: melhor roteiro original e melhor canção original. Escrito e dirigido por Andrew L. Stone (1902-1999), o filme pode ser o primeiro a apresentar a sub-trama de uma aeromoça pilotando uma aeronave em segurança, mais tarde usada em Aeroporto 1975 (75) e parodiada em Apertem os cintos, o piloto sumiu! (80).
Doris Day (1922-2019) escreveu que sua amizade próxima com o co-astro francês Louis Jourdan (1921-2015) irritou seu marido, empresário e produtor ciumento, Martin Melcher (1915-1968), refletindo as relações entre os personagens do filme. Este é um dos poucos filmes em que Doris Day é vista fumando. Quando a atriz sobreviveu a um susto de câncer durante as filmagens de "Julie", ela desistiu do hábito por recomendação de seus médicos. Por insistência de Melcher, este filme foi promovido com o slogan "O que aconteceu com Julie em sua lua de mel?" Isso apesar do fato de que a estória começa com o casamento de Julie já com vários meses de idade.
Não é um grande filme, mas não é tão ruim como parece. Este suspense tem seus méritos e algumas qualidades como a tensão em praticamente toda trama, apesar de alguns exageros. Claro, o script tem suas falhas, mas alguns momentos bem tensos e imprevisíveis tornam o filme um passatempo agradável. O fato de que este filme traz à luz o abuso doméstico em uma época em que as mulheres eram encorajadas a serem esposas fiéis, não importa o que seja muito importante. Só não gostei do infeliz título. Poderiam ter sido mais criativos pra lançarem com um nome mais forte e atrativo.
A interpretação de Doris Day é mui eficiente, assim como, a construção de alguns personagens, Louis Jourdan como seu atual marido psicótico, ciumento cujo ela suspeita que tenha matado seu primeiro marido. E Barry Sullivan como amigo que quer ajudá-la a fugir do marido assassino. Doris Day como havia mencionado anteriormente, está muito bem no papel. Deveria ter feito mais suspense em sua carreira creio eu que devabrer feito somente três suspenses. O enredo é instigante numa correria sem precedentes para a personagem de Day fugir do marido psicótico que a persegue. Agora o roteiro escorregou em seus 20 minutos finais quase estragando o filme. Afora este detalhe, é um suspense interessante e válido de assistir, uma vez que, mostra como a relação abusiva dos homens em relação as mulheres eram permitidas e chanceladas pelas leis e pelas instituições.
Visto em 03/05/2022.
Assisti ao filme sem saber nada sobre ele, e acho que foi isso que me fez gostar dele. Pois é completamente diferente dos outros filmes da Dorys Day que já vi. Tem uma pegada séria e uma trama interessante, além de não ter um musical atrás do outro.
Drama policial noir da MGM em preto e branco indicado a 2 categorias no Oscar: melhor roteiro original e melhor canção original. Escrito e dirigido por Andrew L. Stone (1902-1999), o filme pode ser o primeiro a apresentar a sub-trama de uma aeromoça pilotando uma aeronave em segurança, mais tarde usada em Aeroporto 1975 (75) e parodiada em Apertem os cintos, o piloto sumiu! (80).
Doris Day (1922-2019) escreveu que sua amizade próxima com o co-astro francês Louis Jourdan (1921-2015) irritou seu marido, empresário e produtor ciumento, Martin Melcher (1915-1968), refletindo as relações entre os personagens do filme. Este é um dos poucos filmes em que Doris Day é vista fumando. Quando a atriz sobreviveu a um susto de câncer durante as filmagens de "Julie", ela desistiu do hábito por recomendação de seus médicos. Por insistência de Melcher, este filme foi promovido com o slogan "O que aconteceu com Julie em sua lua de mel?" Isso apesar do fato de que a estória começa com o casamento de Julie já com vários meses de idade.
Não é um grande filme, mas não é tão ruim como parece. Este suspense tem seus méritos e algumas qualidades como a tensão em praticamente toda trama, apesar de alguns exageros. Claro, o script tem suas falhas, mas alguns momentos bem tensos e imprevisíveis tornam o filme um passatempo agradável. O fato de que este filme traz à luz o abuso doméstico em uma época em que as mulheres eram encorajadas a serem esposas fiéis, não importa o que seja muito importante. Só não gostei do infeliz título. Poderiam ter sido mais criativos pra lançarem com um nome mais forte e atrativo.
esse deve ser o pior roteiro já indicado ao Oscar!