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Data de lançamento
14 Fev. 2008Duração
David Rice (Hayden Christensen) é um "jumper", alguém capaz de se teleportar para qualquer lugar do planeta que queira. Ele usa seus poderes para se divertir, até que um dia descobre que está sendo perseguido por uma organização secreta, que pretende matar todos os Jumpers. A partir de então David se une a outro jumper e passa a enfrentar uma guerra que já existe há milhares de anos.
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Um filme que me encanta profundamente é Jumper (2008), estrelado por Hayden Christensen. Trata-se de uma aventura ágil e cativante, que não se perde em enrolações e nos apresenta rapidamente um conceito fascinante: a ideia de que existem indivíduos capazes de se teletransportar para qualquer lugar do planeta.
À primeira vista, isso pode parecer uma premissa simples, mas a introdução é brilhantemente elaborada. A narrativa segue um protagonista que descobre um dom incrível e passa a explorar as inúmeras possibilidades que ele proporciona. Quem nunca teve o desejo de aparecer em qualquer canto do mundo em questão de segundos? O filme lida com essa fantasia de forma lúdica e é prazeroso ver o personagem descobrir suas habilidades.
O elenco é outro ponto forte da obra. Hayden Christensen se encaixa bem na pele do protagonista, enquanto Samuel L. Jackson interpreta o antagonista em uma época em que o ator estava presente em praticamente todos os grandes lançamentos de Hollywood. Sua participação sempre trazia um peso à narrativa, mesmo quando o roteiro não era dos melhores.
Entretanto, Jumper não é isento de falhas. O enredo possui algumas lacunas, certas situações poderiam ser mais aprofundadas e o desfecho deixa uma sensação de que havia muito mais a ser explorado. Entretanto, mesmo com essas imperfeições, eu sempre tive uma experiência divertida ao assistir ao filme. A premissa é envolvente, o ritmo flui bem e o mundo criado possui um grande potencial para ser desenvolvido.
Desde então, sempre esperei por uma sequência. Tentativas como a série Impulse tentaram expandir essa narrativa, mas seguiram rumos próprios que não capturaram meu interesse. O que realmente desejo é ver a continuidade da jornada de David Rice nas telonas, explorando de forma mais rica os dilemas e as possibilidades que seu poder proporciona.
Quem sabe um dia essa possibilidade será reavaliada? Apesar de suas falhas, Jumper apresenta uma ideia promissora e deixa claro que ainda há muitas histórias a serem contadas. Eu, sem dúvida, ficaria animado com uma continuação.
Curiosidades: Jumper é um romance de ficção científica de 1992 escrito por Steven Gould . O livro foi relançado em fevereiro de 2008 para coincidir com o lançamento da adaptação cinematográfica .
e otimo , principalmente se tratando de um adolescente que nao tem nada a perde .
O filme que tropeça no próprio salto. Dar duas estrelas a Jumper é quase um ato de generosidade. O filme é assistível, sim, mas apenas porque a premissa — humanos capazes de se teletransportar — é tão irresistível que até uma execução mediana prende a atenção. O problema é que o roteiro parece ter pulado etapas essenciais: desenvolvimento de personagens, lógica interna e, principalmente, carisma do protagonista. Jamie Bell, como Griffin, rouba todas as cenas. Ele tem energia, intensidade e uma motivação clara na trama, se ele fosse o foco principal talvez o resultado fosse mais agradável.
Reassistido 14/08/2026. Eu amo filme nessa pegada. Personagem do Jaime Bel (Griffin) é o melhor... queria uma continuação só com ele.
29.03.2009