Depois de descobrir que um homem inocente foi executado num caso que investigava, um inspetor da Scotland Yard tenta encontrar o verdadeiro culpado pelo assassinato da principal testemunha do caso.
The Verdict começa muito bem, com um roteiro bastante profundo. Ao longo do enredo, o roteiro vai ficando um pouco mais raso, mas se recupera ao encerramento, onde não suspeitamos até o final quem seja o assassino! O filme é uma denuncia fortíssima contra as falhas da justiça, em busca de um simples culpado. Ótimo inicio de carreira de Don Siegel.
Apesar de todos os comentários políticos, The Verdict consegue ser um autêntico noir, com muito boa ambientação e bastante charme. Conversa bem sobre a vaidade e as convicções do homem perante julgamentos. O filme se encaixaria facilmente nos dias de hoje, por isso. Pelo começo cheguei a imaginar que o filme exploraria de forma mais profunda a questão do sistema judiciário e o seu uso da pena de morte. Bem, está lá implícito, de fato, mas o filme escolhe por focar mais nos atores envolvidos. Por último, vale destacar Joan Lorring, que está perfeita no papel e, claro, a competente direção de Don Siegel, como sempre.
A imponência vitoriana dos arredores da Prisão de Newgate com seus tílburis ajuda nesta ambientação e as pitadas singulares de humor enriquecem a trama! De posse da estória do gênio Zangwill(que um dia cogitou levar os judeus pra morar em Uganda), o fantástico Don Siegel cá dirige um cinema de nível alto!
Enredo excelente, começa lá em cima, no meio da uma caída mas fecha com chave de ouro com um plot que eu até suspeitei,
mas pensei que ele não seria capaz...
The Verdict começa muito bem, com um roteiro bastante profundo. Ao longo do enredo, o roteiro vai ficando um pouco mais raso, mas se recupera ao encerramento, onde não suspeitamos até o final quem seja o assassino! O filme é uma denuncia fortíssima contra as falhas da justiça, em busca de um simples culpado. Ótimo inicio de carreira de Don Siegel.
Apesar de todos os comentários políticos, The Verdict consegue ser um autêntico noir, com muito boa ambientação e bastante charme. Conversa bem sobre a vaidade e as convicções do homem perante julgamentos. O filme se encaixaria facilmente nos dias de hoje, por isso. Pelo começo cheguei a imaginar que o filme exploraria de forma mais profunda a questão do sistema judiciário e o seu uso da pena de morte. Bem, está lá implícito, de fato, mas o filme escolhe por focar mais nos atores envolvidos. Por último, vale destacar Joan Lorring, que está perfeita no papel e, claro, a competente direção de Don Siegel, como sempre.
A imponência vitoriana dos arredores da Prisão de Newgate com seus tílburis ajuda nesta ambientação e as pitadas singulares de humor enriquecem a trama! De posse da estória do gênio Zangwill(que um dia cogitou levar os judeus pra morar em Uganda), o fantástico Don Siegel cá dirige um cinema de nível alto!
Visto em Junho de 2020.