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Data de lançamento
25 Dez. 2001Duração
Kate McKay (Meg Ryan) é uma moderna e bem-sucedida executiva do mundo moderno. Ela é a ex-namorada de Stuart (Liev Schreiber), um cientista que descobre um portal dimensional que transporta para os dias atuais, acidentalmente, seu tataravô Leopold (Hugh Jackman), um nobre do século 19. Ainda sem saber como mandá-lo de volta ao seu tempo, Leopold tem agora que enfrentar as mudanças radicais existentes entre a época em que vivia e o século 21. Mas, com o passar do tempo, Kate e Leopold acabam se envolvendo romanticamente.
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Mais do que eu esperava, eterna fã de bobos paradoxos temporais 👉🏻👈🏻
É um filme que supera as expectativas ao misturar ficção científica e comédia romântica de forma criativa.
Interessante a premissa de que a viagem do Leopold ao século XXI cria uma distorção temporal que poderia causar uma pane geral nos elevadores, pois eles deixariam de ser inventados no passado. O contraste entre o romantismo do século 19 comparado com a banalidade das relações atuais foi muito bem explorado pela direção.
O final é apressado com explicações confusas sobre a necessidade da Kate ter que voltar ao passado, afinal como ela poderia ter existido em duas linhas de tempo separadas? Também é conveniente para o roteiro que o Stuart não tivesse notado a Kate quando tirou a foto no baile em 1876.
Na versão original do filme, Stuart seria descendente de Leopold, o que teria motivado Stuart a procurá-lo especificamente no passado. Essa versão foi criticada pois também significava que Kate era ancestral de Stuart e isso seria considerado incestuoso.
Apesar dos buracos na trama é uma comédia romântica acima da média, com ótimas atuações da Meg Ryan (ainda bonita aos 39 anos) e Hugh Jackman, além de mostrar uma história original que foge do óbvio.
"Eu sou o cão que viu o arco íris, mas nenhum outro cão acredita em mim."
08.03.2003
Filminho leve!
Comédia romântica de ficção, bonitinho…
De Volta ao passado, de volta ao futuro!
Bons atores!
Bom passatempo!
Esse filme seria perfeito se o final fosse o contrário. Porque esse final machista não tem nenhum sentido, fora o carisma da Meg e do Hugh...
Meg, Meg, seus lábios eram lindos, pra que fazer isso?