King Kong

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King Kong (1976)
King Kong
Média do filme: 3.2 de 5 — baseado em 2796 votos
MÉDIAFILMOW
3.2
2796 Avaliações
Minha avaliação:
Salvando
Dirigido por John Guillermin
Data de lançamento 17 Set. 1976 Outras datas
Duração 134 min (2h14)
Classificação indicativa de King Kong: 12 - Não recomendado para menores de 12 anos

Dirigido por

Data de lançamento

17 Set. 1976

Duração

134 minutos Classificação indicativa de King Kong: 12 - Não recomendado para menores de 12 anos
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Sinopse

Petroleiros vão a uma ilha do Pacífico, onde descobrem um gorila gigante que acaba se apaixonando por uma mulher da equipe. O animal é acorrentado e levado para ser exposto num show em Nova York. Mas a fera escapa e captura a amada, causando pânico e terror.

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Jogos Vorazes: Amanhecer na Colheita | Trailer 2 Legendado

Jogos Vorazes: Amanhecer na Colheita

Comentários 4
amigos querem ver
cnfabiano
cnfabiano
2 semanas atrás

Filme majestoso do início ao fim. Linda trilha sonora de John Barry encaixada perfeitamente em cada frame.

Jéssica Lange está encantadora, Jeff Bridges está ok.

John Guillermin não estava de brincadeira, e Dino de Laurentis abriu a carteira legal nesse filme.

Me emocionei em diversas cenas. O filme tem lá seus problemas, mas nada que tire seu brilho. Tem gente que crítica de forma incisiva, mas não podemos esquecer que é uma produção de 1976, e era o supra sumo das produções da época.

Pra mim, continua relevante e é uma diversão garantida.

cristhiano
Cristian O. Santos
2 meses atrás

IMPRIMATUR - visto pela primeira vez em 1986:

Tinha dúvidas se o SBT teria exibido esse, mas foi na Globo mesmo... analisar esse depois de adulto é complicado, mas foi um marco televiso na época em que passou - vejamos: se até o Kong criou fascínio e sentido de proteção pela personificação da Jessica Lange (belíssima), quem sou eu para pensa diferente kkkkk

Avaliação em nota: 5.4

editado
ninguemninguem
ROBERTO
½
6 meses atrás

e a NEM tão " bela " assim jessica tande, alem de DANEM SE opiniões divergentes, tal " importancia",junto a esta sim verdadeira aliada a RESPEITAVEL " fera ", o qual sua figura primata BABUINA aqui exemplarmente afrontada de seu habitat natural, e por consequencia dispondo o direito de trazer o inferno e a MORTE a toda a america, + especificamente falando a yanke nova yorke de ha exatos 50 anos, ja que por obstante muito diferente da convivencia respeitosa o qual humanos e demais criaturas sejam estas silvestres, domesticos, assim como no caso deste Classico longa metragem bastante um dia contumaz junto as " sessoes da tarde " da vida, os idem SELVAGENS tambem adentrando em tal maneira equilibrada em dividir os espaços ao redor do mapa mundi a contento, no que creiam muito pelo contrario, somente GANANCIA junto a arrogancia individual emperaram nas atitudes erradas cometidas uma atras da outra o qual sabemos que similar ao proferido pelo ditado popular, " tudo que começa errado, TERMINARÁ ERRADO, e por tal em proporçoes catastroficas MERECIDAS em especial para quem não as interrompou, tão pouco realizou algum tipo de calculo de rota mental social urbana enquanto ainda havia se tempo, se é que porventura ou nao me entendem, resumindo a quem interessar ou nao possa, que sim o filme acima supracitado denota se bom em promover o audio visual entretenico a eventuais ainda não aferintes do mesmo ? SIM, que contudo ainda que NÃO o fosse, somente a convincente CENA do emblematico EMPIRE STATE BULDING, tradução, " edificio estado imperial ", um dia num tempo longiquo tornando se puleiro de " SIMIOS " para lá de " tamanho familia ", justificará realiza lo quer queiram, quer não, e fim de papo. RAZOAVEL. " Kong Kingusticamente " NOTA 8.0.

sandrabritopaiva
Sandra
8 meses atrás

Sei que esse filme tem alguns (eu não diria erros, mas equívocos), vamos à eles:

Comentário contando partes do filme. Mostrar.

1) Logo após o Kong cair do World Trade Center, a Dwan já aparece na rua, ao seu lado. Como ela desceu tão rápido os 110 andares do WTC ?????
2) O Jack também aparece na rua muito rápido, logo após a queda do Kong. Ele também desceu os 110 andares absurdamente rápido. Lembrando que ele estava na outra torre, diferente da Dwan.


Ainda assim continua sendo o meu King Kong preferido. ❤️

penelopepoczuda
Penelope
½
8 meses atrás

O que mais me agrada em King Kong (1976) é o quanto ele parece mais consciente da crítica que sempre esteve ali, meio soterrada pelo impacto visual do original. Ainda é a mesma fábula do macaco arrancado de sua ilha para morrer no topo da maior torre possível, mas agora o filme parece saber melhor por que está contando essa história.

Trata-se de um texto mais atento às engrenagens da exploração humana. A troca do cineasta aventureiro por um empresário do ramo do petróleo é uma ótima atualização. O vilão agora não vende espetáculo, vende progresso. Não quer imagens, quer jazidas. E quando o petróleo falha, resta o gorila. O monstro vira ativo, alternativa de mercado, plano B de um capitalismo que nunca aceita sair de mãos vazias. Isso já coloca os personagens num patamar mais interessante do que no original. Não que sejam ricos em nuances, mas são mais interessantes.

Essa tentativa de sofisticação também atravessa os protagonistas. Jeff Bridges interpreta Jack, o paleontólogo que funciona como a consciência moral do filme. É ele quem verbaliza que Kong não é um monstro, mas uma criatura sagrada, retirada à força de seu contexto. Já Dwan, vivida por Jessica Lange, é o grande paradoxo da obra. Ao mesmo tempo em que sua personagem parece mais consciente de seu papel, ela também é reduzida a ele. Dwan não é apenas a bela: ela encarna a beleza. Sensual, provocativa, constantemente em pose, o filme faz dela uma musa declarada — tanto para Kong quanto para a própria câmera. Sua existência é performática desde o primeiro momento: encontrada à deriva, salva, admirada, desejada. Sempre resgatada, sempre olhada, sempre desejável. Isso produz um efeito ambíguo. Por um lado, o filme constrói melhor a relação entre ela e o gorila. Há menos pânico e mais contemplação, menos grito e mais fascínio. Por outro, Dwan é tão moldada para ser símbolo que quase deixa de ser personagem. Ela parece ter pouco a oferecer além da própria imagem, e o roteiro faz questão de reforçar isso — seja nas poses, seja em piadas autoconscientes, como quando se sugere que ela só foi salva por conta de Garganta Profunda. Jessica Lange, belíssima, não precisa fazer muito além de sorrir — e o filme sabe disso. Explora, insiste, repete.

Visualmente, King Kong (1976) entende muito bem onde quer chegar. É, acima de tudo, um filme belo. A chegada à ilha com a travessia sob os arcos de pedra, a cena do ritual de casamento — tudo aponta para uma busca estética mais refinada. De todas as versões, esta parece a mais interessada em transformar a história numa tragédia romântica. O problema é que essa aposta na beleza cobra um preço alto: o épico se enfraquece. O Kong de 1976 nunca parece tão grandioso quanto o de 1933. A tecnologia mudou, os animatrônicos existem, as maquetes permanecem, mas a sensação de movimento, peso e ameaça é menor. O gorila funciona bem em planos fechados — uma mão, um braço segurando Dwan —, mas perde força quando precisa dominar o espaço. Em vários momentos, o enquadramento denuncia a artificialidade da criatura. As batalhas são reduzidas, os confrontos diminuem, os inimigos se resumem a uma cobra gigante pouco memorável. Falta variedade, falta fúria, falta aquela sucessão quase frenética de perigos que tornava o original tão visceral.

Ainda assim, o filme sabe onde está sua força — e o final é prova disso. Dwan, vestida de prateado, cercada por repórteres, reluzindo em meio à tragédia, chora por Kong. É um encerramento profundamente cinematográfico, consciente da imagem que está criando. Belo, triste, silenciosamente cruel. O filme entende que ali está o coração da história — pena que não consiga sustentar essa intensidade por inteiro. No fim, King Kong (1976) é uma adaptação honesta de seu tempo. Mais consciente, mais crítica, mais interessada nos personagens e nos símbolos. Mas também menos épica, menos feroz, menos monumental. Entende melhor a beleza da tragédia, mas perde a violência do mito.

É um bom filme. Uma boa releitura.
Só não consegue ser, ao mesmo tempo, belo e colossal.
E talvez King Kong precise, inevitavelmente, ser os dois.

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½
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4
5

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Elenco de King Kong

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Charles Grodin 2 41

Charles Grodin

(Fred Wilson)
Jeff Bridges 69 2,2K

Jeff Bridges

(Jack Prescott)
Jessica Lange 212 4,0K

Jessica Lange

(Dwan)
Brent Huff 1 5

Brent Huff

(Extra)
Corbin Bernsen 1 21

Corbin Bernsen

(Reporter)
David Roya 0 0

David Roya

(Ship's Radio Operator)

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