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Data de lançamento
8 Out. 1975Duração
Adèle Hugo (Isabelle Adjani), filha do escritor Victor Hugo, é abandonada pelo tenente Pinson (Bruce Robinson), por quem estava perdidamente apaixonada. Em 1861, ele deixa o país para servir na base de Halifax, no Canadá, e já não se lembra mais de Adèle. Ela o atormenta a ponto de anunciar o casamento dos dois num jornal local, provocando o rompimento da união dele com a filha de um juiz. Doente, sem recursos, ela empreende uma perseguição implacável que resulta em sua própria loucura.
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Depois de muito tempo finalmente consegui assistir este elogiado trabalho de atuação de Adjani merecidamente reconhecido em premiações. Impossivel não traçar paralelos com The Starling Girl - A Canção dos Pássaros que vi recentemente. Pois é, realmente o amor não correspondido dói e pode ser perigoso demais pra ambos!
O cineasta que tem nome parecido com uma sobremesa conseguiu expressar bem a loucura de uma mulher sucumbindo à rejeição amorosa, com destaque para a atuação da protagonista.
Uma linda e triste cinebiografia em que o amor incondicional é o crime e o castigo para a jovem e bela Adèle Hugo, filha do famoso escritor francês Victor Hugo. Aqui, pelas câmeras multifacetadas do Mestre Truffaut, homem apaixonado pelas mulheres e pelas paixões trágicas, uma recatada moça busca um sentimento que não existe mais. Pior, o declínio moral da protagonista é tão real que o espectador nem sente pena durante o processo, pois, envolto à atuação monstruosa de Isabelle Adjani, a paixão doentia só é atentada quando a loucura já se instalara em Adèle. E esta não aceita outro futuro senão aquele já por ela definido. Ou seja, haverá sofrimento. Pena que a edição emoldurou uma obra distante e indiferente nalguns aspectos, tais quais os irritantes clichês de um romance exacerbado. Mas vale a pipoca e a sessão.
A ambientação é muito bem feita e a Isabelle Adjani carrega o filme. Não fazia ideia dessa história. 02/11/2024
Nunca demorei tanto para ver um filme tão curto: a agonia e o constrangimento foram tamanhos que eu tive de pausar em diversos momentos por pura autopreservação - aquilo que a personagem da Adjani simplesmente NÃO tem. A atuação da moça foi tão intensa que eu simplesmente fui tragada para o desespero da personagem.
Uma experiência sufocante, para dizer o minimo