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Sinopse
Um tenente da polícia chamado Franco Amore, na noite anterior à sua aposentadoria, é chamado para investigar uma cena de crime onde seu melhor amigo e parceiro de longa data, Dino, foi morto durante um roubo de diamantes.
Falta apenas um dia para o detetive Franco Amore (Pierfrancesco Favino) se aposentar. Honesto, sob rígido pensamento ético, nunca atirou contra ninguém. Ele já deixou preparado um discurso para ler no dia em que será homenageado ao encerrar suas atividades na polícia italiana. Dentro de seu carro, vagando pelas ruas de Milão, ele conta as horas para terminar o turno no último dia de serviço. Porém, de maneira surpreendente, tudo será colocado à prova após presenciar um incidente fatal com seu parceiro de trabalho.
Exibido no Festival de Berlim em fevereiro desse ano, é um dos melhores títulos selecionados na programação do ‘Festival de Cinema Italiano’, que chega gratuitamente em sua 18ª edição. É um thriller inspirado no cinema noir, ágil e preciso, com uma fotografia inebriante e uma trama com ótimas reviravoltas. E tem um dos atores mais interessantes do atual cinema italiano, protagonista de bons longas exibidos em edições passadas do Festival Italiano, como ‘O traidor’ (1973 – aqui ele atua ao lado de Maria Fernanda Cândido, sob direção do veterano Marco Bellocchio, que gravou cenas no Brasil), e ‘O Colibri’ (2022). Em ‘A última noite de Amore’, Favino interpreta um detetive chamado Amore, que está prestes a se aposentar, depois de 35 anos de trabalho na polícia de Estado da Itália. Cansado do mundo policial, de presenciar crimes horrendos e montar longos quebra-cabeças para capturar bandidos, só pensa em terminar o serviço para dar mais atenção para a esposa e o filho. Porém, na última noite de trabalho, as horas serão intermináveis – seu parceiro de trabalho está morto após envolver-se num roubo de diamantes. Amore decide entrar de cabeça para defender o amigo morto, colocando tudo carreira e vida em jogo. Escrito e dirigido por Andrea Di Stefano, ator de vários filmes nos EUA, e que dirigiu antes ‘Escobar: Paraíso perdido’ (2014). PS - De 08/11 a 09/12, ocorre a 18ª edição do ‘Festival de Cinema Italiano’, que exibe 32 filmes gratuitamente para o público – 16 títulos lançamento e 16 clássicos. Os filmes da seleção atual são produções de 2022 e 2023, exibidos em festivais como Berlim, Cannes, Roma e Veneza, de diretores como Pupi Avati, Gabriele Salvatores, Michele Placido e Andrea Di Stefano. Alguns de destaque são ‘Ainda temos o amanhã’ (2023), de Paola Cortellesi, ‘A sombra de Caravaggio’ (2022), de Michele Placido, ‘A terra das mulheres’ (2023), de Marisa Vallone, ‘A última noite de Amore’ (2023), de Andrea Di Stefano, ‘O retorno de Casanova’ (2023), de Gabriele Salvatores, e ‘O primeiro dia da minha vida’ (2023), de Paolo Genovese. Os antigos estão numa retrospectiva em homenagem à comédia italiana, de diretores como Mario Monicelli, Dino Risi, Federico Fellini e Lina Wertmüller. Na sessão dos clássicos, poderemos ver ‘Brancaleone nas Cruzadas’ (1970) e ‘Parente é serpente’ (1992), ambos de Mario Monicelli, ‘A trapaça’ (1955), de Federico Fellini, ‘Mimi, o metalúrgico’ (1972) e ‘Por um destino insólito’ (1974), ambos de Lina Wertmüller, e ‘A propriedade não é mais um roubo’ (1973), de Elio Petri. O festival é uma realização do Ministério da Cultura, com patrocínio da Pirelli, Lei de Incentivo à Cultura, Cineusp e outros parceiros. Haverá ainda sessões presenciais em vários estados brasileiros. POR FELIPE BRIDA - BLOG CINEMA-NAWEB
Resenha publicada em 21/11/2023
Falta apenas um dia para o detetive Franco Amore (Pierfrancesco Favino) se aposentar. Honesto, sob rígido pensamento ético, nunca atirou contra ninguém. Ele já deixou preparado um discurso para ler no dia em que será homenageado ao encerrar suas atividades na polícia italiana. Dentro de seu carro, vagando pelas ruas de Milão, ele conta as horas para terminar o turno no último dia de serviço. Porém, de maneira surpreendente, tudo será colocado à prova após presenciar um incidente fatal com seu parceiro de trabalho.
Exibido no Festival de Berlim em fevereiro desse ano, é um dos melhores títulos selecionados na programação do ‘Festival de Cinema Italiano’, que chega gratuitamente em sua 18ª edição. É um thriller inspirado no cinema noir, ágil e preciso, com uma fotografia inebriante e uma trama com ótimas reviravoltas. E tem um dos atores mais interessantes do atual cinema italiano, protagonista de bons longas exibidos em edições passadas do Festival Italiano, como ‘O traidor’ (1973 – aqui ele atua ao lado de Maria Fernanda Cândido, sob direção do veterano Marco Bellocchio, que gravou cenas no Brasil), e ‘O Colibri’ (2022). Em ‘A última noite de Amore’, Favino interpreta um detetive chamado Amore, que está prestes a se aposentar, depois de 35 anos de trabalho na polícia de Estado da Itália. Cansado do mundo policial, de presenciar crimes horrendos e montar longos quebra-cabeças para capturar bandidos, só pensa em terminar o serviço para dar mais atenção para a esposa e o filho. Porém, na última noite de trabalho, as horas serão intermináveis – seu parceiro de trabalho está morto após envolver-se num roubo de diamantes. Amore decide entrar de cabeça para defender o amigo morto, colocando tudo carreira e vida em jogo. Escrito e dirigido por Andrea Di Stefano, ator de vários filmes nos EUA, e que dirigiu antes ‘Escobar: Paraíso perdido’ (2014). PS - De 08/11 a 09/12, ocorre a 18ª edição do ‘Festival de Cinema Italiano’, que exibe 32 filmes gratuitamente para o público – 16 títulos lançamento e 16 clássicos. Os filmes da seleção atual são produções de 2022 e 2023, exibidos em festivais como Berlim, Cannes, Roma e Veneza, de diretores como Pupi Avati, Gabriele Salvatores, Michele Placido e Andrea Di Stefano. Alguns de destaque são ‘Ainda temos o amanhã’ (2023), de Paola Cortellesi, ‘A sombra de Caravaggio’ (2022), de Michele Placido, ‘A terra das mulheres’ (2023), de Marisa Vallone, ‘A última noite de Amore’ (2023), de Andrea Di Stefano, ‘O retorno de Casanova’ (2023), de Gabriele Salvatores, e ‘O primeiro dia da minha vida’ (2023), de Paolo Genovese. Os antigos estão numa retrospectiva em homenagem à comédia italiana, de diretores como Mario Monicelli, Dino Risi, Federico Fellini e Lina Wertmüller. Na sessão dos clássicos, poderemos ver ‘Brancaleone nas Cruzadas’ (1970) e ‘Parente é serpente’ (1992), ambos de Mario Monicelli, ‘A trapaça’ (1955), de Federico Fellini, ‘Mimi, o metalúrgico’ (1972) e ‘Por um destino insólito’ (1974), ambos de Lina Wertmüller, e ‘A propriedade não é mais um roubo’ (1973), de Elio Petri. O festival é uma realização do Ministério da Cultura, com patrocínio da Pirelli, Lei de Incentivo à Cultura, Cineusp e outros parceiros. Haverá ainda sessões presenciais em vários estados brasileiros. POR FELIPE BRIDA - BLOG CINEMA-NAWEB
filmaço! plot , roteiro , realização... excelente!
Produção italiana com bons momentos de ação.