Simon ama Ariane perdidamente. Quer saber tudo sobre ela, sem deixar escapar nada. Essa necessidade incontrolável de possuir e de conhecer por completo a pessoa amada o obceca: ele a interroga, a espia, a segue, a mantém reclusa na prisão dourada de seu luxuoso apartamento parisiense. A atração de Ariane pelas mulheres apenas aguça seu ciúme cego e também seu desejo. Adaptação de "A Prisioneira", de Proust.
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Curiosa a resignificação da sequência inicial à lá persona, mas ao mesmo tempo algo totalmente diferente, a imagem, a figura, estática perante o tempo, o que pode confundir com o controle que se pode ter sobre elas, mas que passa longe de ser a verdade.
Chato de mais
esperava bem mais , sinceramente .
Alguma vez me falaram que um homens não sabem lidar com o passado das mulheres.
Aqui, Simon está obcecado por tudo o que envolve Ariane, mas não consegue lidar com nada que descobre sobre ela. Tampouco sobre o que não sabe. A relação dos dois é morta antes de nascer devido a toda essa desconfiança. Ao mesmo tempo, ele não consegue acabar com isso. Ela tolera tudo, até que se cansa e busca o único fim possível.
Impossível ver e não lembrar de As duas faces da felicidade. Recomendo a quem gostou.
dá agonia demais essa obsessão, a qualquer momento você espera uma facada de ódio
[30/04/2023]