A conturbada relação entre Sofia (Lorena Comparato) e sua mãe Helena (Kika Kalache) é colocada em cheque quando um grave acidente evidencia estranhos comportamentos de Helena e desvenda mistérios sobre o passado obscuro da família.
A protagonista Sofia é antipática, mal educada e trata mal as pessoas. Não dá pra simpatizar com ela, mas o filme não é ruim não. Só não espere muitas explicações sobre o que realmente ocorre.
Achei o filme esteticamente ousado R. Lages alcança uma combinação difícil de encontrar no cinema brasileiro de gênero, especialmente no suspense. O drama familiar é bem apresentado É um filme que faz você pensar depois de assisti-lo. Gostei. 19.04.2022
Me alegra muito ver o cinema brasileiro investindo em gêneros diferenciados, ainda mais o terror. Sim é uma produção de baixo orçamento e que se apoia no mistério e nas atuações.
Não acho que roteiros devem explicar tudo de forma mastigada, mas o filme aqui não responde praticamente nada e isto vai desagradar muita gente.
Acredito que faltou uma certa habilidade dos roteiristas em deixar um link mais claro sobre o envolvimento da família com aquele culto.
Lorena Camparato é uma atriz que me agrada, apesar de suas limitações ela tem carisma e consegue sempre entregar verdade aos personagens. Kika Kalache vai bem e convence como a mãe possuída. O resto do elenco é limitado, mas participa pouco e não consegue influir na trama.
Protagonista bem insuportável
A protagonista Sofia é antipática, mal educada e trata mal as pessoas. Não dá pra simpatizar com ela, mas o filme não é ruim não. Só não espere muitas explicações sobre o que realmente ocorre.
- Estreia de Rodrigo Lages na direção de longas;
Achei o filme esteticamente ousado R. Lages alcança uma combinação difícil de encontrar no cinema brasileiro de gênero, especialmente no suspense. O drama familiar é bem apresentado É um filme que faz você pensar depois de assisti-lo. Gostei. 19.04.2022
Me alegra muito ver o cinema brasileiro investindo em gêneros diferenciados, ainda mais o terror. Sim é uma produção de baixo orçamento e que se apoia no mistério e nas atuações.
Não acho que roteiros devem explicar tudo de forma mastigada, mas o filme aqui não responde praticamente nada e isto vai desagradar muita gente.
Acredito que faltou uma certa habilidade dos roteiristas em deixar um link mais claro sobre o envolvimento da família com aquele culto.
Lorena Camparato é uma atriz que me agrada, apesar de suas limitações ela tem carisma e consegue sempre entregar verdade aos personagens. Kika Kalache vai bem e convence como a mãe possuída. O resto do elenco é limitado, mas participa pouco e não consegue influir na trama.