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Data de lançamento
18 Junho 2026Duração
Dois adolescentes precisam escapar de uma entidade violenta capaz de se transformar na pessoa que a vítima mais deseja no mundo. Por estarem apaixonados, a criatura assume a aparência de um para atrair o outro, transformando o afeto em uma armadilha de sobrevivência.
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O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder (3ª Temporada)
É um terror psicológico, gente. É um filme que você tem que entender para gostar. E eu não entendi, então eu não gostei.
O final é meio
o amor salva tudo kkkkk
Gostei bastante, tem algumas nuances que lembram o ótimo "Corrente do mal". Terror psicológico difícil.
Leviticus (2026) é construído de forma muito interessante, por fugir do típico de filmes recentes que abordam um problema, como Fale Comigo (2022), em que
a tentativa de resolução aborda mais conhecimentos sobre a entidade para se resolver o problema. O longa se mantém em sua mensagem original e só a dramatiza conforme se constrói, e isso é um ponto bom pra caralho.
O meu ponto positivo é que é uma mensagem muito pesada:
uma entidade, invocada por um “curandeiro”, que persegue os LGBT’s para que se afastem da pessoa que eles mais gostam. É interessantíssimo como a carga dramática não está direcionada para a entidade, mas para o simbólico da questão: de que gays que são obrigados a “se converter” têm de lidar com uma repressão tão grande por quererem se sentir amados pela pessoa que amam que só lhes resta fugir ou morrer. E é interessantíssimo como o filme coloca um final em que os protagonistas decidem ir embora juntos, mesmo que possam sofrer eternamente com esse sentimento (com essa entidade). É uma puta construção linda do caralho.
Acho que o meu b.o. é que o filme é muito rápido, mesmo que eu entenda que, se fosse almejado construir mais coisa em cima, poderia estragar o foco que queriam passar.
Acho também que o teor de “ninguém acredita em mim”, “você está louco” poderia ser melhor aplicado. Eu sempre volto para a referência de The Stepford Wives (1975) e do livro também, e de O Bebê de Rosemary, ambos do Ira Levin, que trabalham muito bem esse sentimento de “ninguém está acreditando em mim”, mas que descobrimos, no plot, que muitos ao redor estão acreditando, só querem o seu mal mesmo kkkkkkk. Até mesmo A Hora do Pesadelo (1984) trabalha muito bem esse sentimento.
Se o filme tivesse mais uma pitada disso, talvez fosse o temperinho final que o levasse à explosão de sabores, por mais que eu tenha sentido que estava desfrutando de uma obra tremendamente gostosa de se ver.
O filme é fraco… pelo burburinho e nota dos criticos, eu estava realmente esperando O terror do ano, mas ok.. tem quem goste, o que não foi o meu caso.