Nos anos 50, uma mulher leva sua vida dividida entre seu casamento, filhos e eventos sociais até descobrir um segredo sobre seu marido, que colocará em xeque todas as suas incertezas.
Haynes não nega em nenhum momento sua influência (cópia) nítida em Douglas Sirk até mesmo nos letreiros retrô. O que muda é a inserção da temática homossexual em sua abordagem. Para quem ama o dramalhão de Sirk certamente será um prato cheio mas creio que seja restrito apenas a este clube.
Filmão! Ótimas atuações. Direção elegante, boa trilha, mas o que pegou mais foi a fotografia Um uso de cores bem forte e marcante nos verdes, azuis e amarelos. Me lembrou do Wong Kar Wai
Parece um Douglas Sirk melhorado, com temas até na época do Sirk original eram represados pelo Código Hays e uma excelente trilha musical de Elmer Bernstein no fim da vida.
Haynes não nega em nenhum momento sua influência (cópia) nítida em Douglas Sirk até mesmo nos letreiros retrô. O que muda é a inserção da temática homossexual em sua abordagem. Para quem ama o dramalhão de Sirk certamente será um prato cheio mas creio que seja restrito apenas a este clube.
Filmão! Ótimas atuações. Direção elegante, boa trilha, mas o que pegou mais foi a fotografia
Um uso de cores bem forte e marcante nos verdes, azuis e amarelos. Me lembrou do Wong Kar Wai
O racismo é sempre maior que a homofobia. Que tristeza.
Parece um Douglas Sirk melhorado, com temas até na época do Sirk original eram represados pelo Código Hays e uma excelente trilha musical de Elmer Bernstein no fim da vida.
Um filme maravilhoso e emocionante!
Só tenho uma coisa a dizer:
"O preconceito sempre estragou tudo e continua estragando."
Que pena!