Alejandro é um motorista de táxi cerca de trinta e cinco anos que de repente se vê no meio de separações, mudanças violentas tempo, riqueza súbita, personagens que querem voltar para a Argentina, outros que querem sair para o bem, luvas mágicas, música ensurdecedora, empobrecimento súbito, inúmeras viagens para o aeroporto, um novo relacionamento, depressão extrema, vários vícios … Nada disso parece afetá-lo também. Na verdade, a única coisa que realmente importa é o seu Renault 12.
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Me perdi nos personagens, achei chato, a sonoplastia muito destoante entre as cenas é irritante com a diferença de volume. A história o pouco que consegui acompanhar quem é quem achei chatinha.
Visto em 09.02.24. Filme agradável de ver!
Muito gostoso de assistir, e muito legal o entrosamento entre os personagens. A trilha sonora é a minha cara.
Tonei-me fã deste diretor logo no contato inicial com a sua obra, em muito assemelhada à de Whit Stillman, sobretudo por causa do ímpeto empreendedor dos personagens. É o que confirma-se aqui: quando o título da película explica-se, o ritmo tinha tornado-se um tanto cansativo, dado que o protagonista é um tanto desagradável, sem empatia, mas talvez isso seja amplamente proposital. O filme fisga-nos a partir de um conjunto estudado de repetições, aliterações e reiterações fascinantes, marcadas por uma narração de cronista, que é o adjetivo que melhor carateriza o estilo fascinante do diretor. O elenco é muito bem entrosado (inclusive, o canino), o uso da trilha musical é ótimo em sua ironia (dá-lhe New Order) e o retrato do ócio portenho recebe um retrato mui alvissareiro nesta obra tão divertida quanto melancólica. Fofíssimo! (WPC>)
amei o timing e os atores