- que direção espetacular do david neves, sua forma diferenciada de apresentar as narrativas é primorosa - não fosse por ele o filme facilmente seria confundido por uma pornochanchada - duas histórias, com suas diferenças mas bastante similaridades, se encontram de uma forma bem singela
Ode ao amor em forma de filme tecnicamente mal feito, repleto de atuações amadoras. Defeitos que na primeira parte do filme são obscurecidos por algumas especificidades atrativas, desde dos experimentalismos narrativos, até o voicer-over subjetivo, passando pela trilha sonora feita das letras plangentes do Beatle Paul. Isso sem esquecer a adorável Adriana Prieto, como a Lúcia McCartney do título. Em relação à segunda parte, com outros atores e personagens, é confusa e de menor ousadia, com foco em outra trama. Por conseguinte, é bem menos interessante.
Por mais surpreso que eu tenha ficado com a concatenação brusca entre os dois episódios (bastante diferentes em suas "vozes" condutoras), amei integralmente o filme, ficando tão apaixonado pela Adriana Prieto quanto pela aparência de galhofa constante do Paulo Villaça, muito bem na pele do Mandrake (risos). Mas, como o Jadson disse abaixo, a primeira metade do filme é, de fato, soberba! Apaixonante! Nouvelle vagueana até o talo, uau! (WPC>)
Tô triste por ter assistido. Consegue destruir a mágica do conto, corta detalhes relevantes e até altera um pouco a personalidade dos personagens com essas atuações aleatórias. Até mesmo quem nunca leu Lúcia McCartney tem a impressão de que foi produzido pra um trabalho de escola. A intenção foi boa, mas não dá pra fazer grande coisas com intenções. Me pergunto se os atores leram o conto.
17.06.26
- que direção espetacular do david neves, sua forma diferenciada de apresentar as narrativas é primorosa
- não fosse por ele o filme facilmente seria confundido por uma pornochanchada
- duas histórias, com suas diferenças mas bastante similaridades, se encontram de uma forma bem singela
Ode ao amor em forma de filme tecnicamente mal feito, repleto de atuações amadoras. Defeitos que na primeira parte do filme são obscurecidos por algumas especificidades atrativas, desde dos experimentalismos narrativos, até o voicer-over subjetivo, passando pela trilha sonora feita das letras plangentes do Beatle Paul. Isso sem esquecer a adorável Adriana Prieto, como a Lúcia McCartney do título. Em relação à segunda parte, com outros atores e personagens, é confusa e de menor ousadia, com foco em outra trama. Por conseguinte, é bem menos interessante.
Por mais surpreso que eu tenha ficado com a concatenação brusca entre os dois episódios (bastante diferentes em suas "vozes" condutoras), amei integralmente o filme, ficando tão apaixonado pela Adriana Prieto quanto pela aparência de galhofa constante do Paulo Villaça, muito bem na pele do Mandrake (risos). Mas, como o Jadson disse abaixo, a primeira metade do filme é, de fato, soberba! Apaixonante! Nouvelle vagueana até o talo, uau! (WPC>)
Tô triste por ter assistido. Consegue destruir a mágica do conto, corta detalhes relevantes e até altera um pouco a personalidade dos personagens com essas atuações aleatórias. Até mesmo quem nunca leu Lúcia McCartney tem a impressão de que foi produzido pra um trabalho de escola. A intenção foi boa, mas não dá pra fazer grande coisas com intenções. Me pergunto se os atores leram o conto.