“Tudo vai desaparecer… na escuridão, no vazio... E o que você faz com isso? O que fazemos com isso? Você sorri…” Precisa ser muito bravo e corajoso pra encarar a impermanência como Lucky sugere...
Apesar de certo niilismo e pessimismo que o filme pode passar, não senti tão pesado ao procurar abordar o tema da velhice e da morte. Senti falta de discussões acerca de religião – o que poderia render boas conversas, uma vez que o protagonista se mostra um tanto cético (em nenhum momento ele se diz ateu) e a religião é o maior consolo, para a grande maioria das pessoas, nos momentos de dor, sofrimento, finitude e morte. (visto em 25.01.25)
Que beleza de filme! Toca o vazio e a existência! Sem palavras.
Posso tranquilamente continuar repetindo esse filme até o resto da minha vida, tenho certeza disso.
“Tudo vai desaparecer… na escuridão, no vazio...
E o que você faz com isso?
O que fazemos com isso?
Você sorri…”
Precisa ser muito bravo e corajoso pra encarar a impermanência como Lucky sugere...
Apesar de certo niilismo e pessimismo que o filme pode passar, não senti tão pesado ao procurar abordar o tema da velhice e da morte. Senti falta de discussões acerca de religião – o que poderia render boas conversas, uma vez que o protagonista se mostra um tanto cético (em nenhum momento ele se diz ateu) e a religião é o maior consolo, para a grande maioria das pessoas, nos momentos de dor, sofrimento, finitude e morte. (visto em 25.01.25)
Uma baita reflexão sobre o tempo e a finitude.