Este é um olhar biográfico e semidocumental sobre a história do General do Exército Douglas MacArthur, Supremo Comandante dos Aliados durante a II Guerra Mundial e comandante das Nações Unidas durante a Guerra da Coréia. "MacArthur" começa em 1942, seguindo a queda das Filipinas, e cobre a carreira memorável desta lenda militar americana, incluindo seu triunfante retorno para libertar o país dos japoneses, sua liderança e influência no pós-guerra, a volátil e frágil relação com Harry Truman, e finalmente a Guerra da Coréia, seguindo por seus dias de aposentadoria forçada, depois da dispensa pelo seu eterno desafeto: o Presidente Truman.
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DOUGLAS MAC ARTHUR
De jovem oficial do Exército dos Estados Unidos a uma das figuras militares mais famosas — e controversas — do século XX.
Este vídeo feito com inteligência artificial mostra a evolução do general Douglas MacArthur, desde o início de sua carreira até sua aposentadoria.
Filho de militar, MacArthur cresceu em meio à tradição do Exército americano. Formou-se em West Point com destaque e iniciou uma trajetória marcada por ambição, inteligência e enorme confiança em si mesmo.
Na Primeira Guerra Mundial, serviu na Europa e ganhou fama por sua coragem no front. No período entre guerras, continuou subindo no comando militar até se tornar Chefe do Estado-Maior do Exército dos EUA.
Mas foi na Segunda Guerra Mundial que MacArthur entrou definitivamente para a história. Nas Filipinas, enfrentou o avanço japonês e, obrigado a deixar o arquipélago, fez uma promessa que se tornaria lendária: “Eu voltarei.”
Anos depois, cumpriu a promessa. Liderou a campanha do Pacífico, retornou às Filipinas e esteve presente na rendição do Japão em 1945, a bordo do couraçado USS Missouri.
Após a guerra, comandou a ocupação do Japão e teve papel decisivo na reconstrução do país. Mas sua carreira ainda teria outro capítulo dramático: a Guerra da Coreia.
No início do conflito, MacArthur realizou o ousado desembarque em Inchon, uma das operações mais brilhantes de sua carreira. Porém, suas divergências com o presidente Harry Truman sobre os rumos da guerra levaram à sua demissão em 1951.
De herói nacional a comandante afastado do cargo, MacArthur encerrou sua carreira militar cercado de glória, polêmica e debate histórico.
Sua frase ao Congresso ficou marcada: “Velhos soldados nunca morrem; apenas desaparecem.”
Da Primeira Guerra à Coreia.
Das Filipinas ao Japão.
Da glória à controvérsia.
O melhor do filme fica pela atuação do Gregory Peck, e também pela história muito interessante do General MacArthur. É um pouco lento em alguns momentos, mas tem boas sequências de batalhas. Vale a conferida!
Este é um olhar biográfico e semidocumental sobre a história do General do Exército Douglas MacArthur (Gregory Peck), Supremo Comandante dos Aliados durante a II Guerra Mundial e comandante das Nações Unidas durante a Guerra da Coréia.
"MacArthur: O General Rebelde", memorável thriller de guerra setentista, foi exibido nos anos 80, na extinta sessão Poltrona R, na antiga TV Record. Ótimo filme!
Drama de guerra histórico e biográfico da Universal Pictures indicado ao Globo de Ouro de melhor ator de drama, Gregory Peck (1916-2003). Todo o filme é contado utilizando uma técnica narrativa de flashback. Gregory Peck interpreta MacArthur como um general intenso e digno com um senso de patriotismo arrogante e bem definido.
Embora Gregory Peck tivesse reservas sobre o roteiro do filme e a qualidade da produção, mais tarde ele o chamou de um de seus papéis favoritos, senão um de seus filmes favoritos. Gregory Peck teve a sorte de realmente ter uma semelhança notável com o General do Exército Douglas MacArthur (1880-1964). O apelido japonês de MacArthur no Japão do pós-guerra era "O Shogun de olhos azuis". Antes da produção, Gregory Peck não gostou do roteiro deste filme e exigiu extensas reescritas sobre ele.
Coleção vibrante em algumas das cenas de guerreiro em um trabalho limpo e difícil para as demandas desta biografia extenuante e com excesso de diálogos. Boas cenas de guerra, mas muita glorificação e exagerados elogios. Foi escrito em uma série de clichês antiquados, palestras sentenciosas e piadas presunçosas e enfadonhas.
Extremamente propagandista, acima de tudo.
Um filme montado sob uma ótica supostamente anti-guerra, com um discurso passivo/agressivo tenta mistificar a figura do "super-general herói estadunidense" como se tivesse sido o grande responsável pela contenção nazi-fascista no Pacífico.
Como se não bastasse, ainda foca na campanha imperialista facínora que foi Filipinas mas de forma pomposa e arrogante.
De fato, Macarthur pode ter sido uma das grandes figuras militares da idade contemporânea, mas longe, bem longe desta humanização descabida que o filme retrata sobre o mesmo que faz até Madre Teresa de Calcutá sentir inveja.