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Data de lançamento
24 Junho 2012Duração
Mike (Channing Tatum) é um operário charmoso e com muitos talentos. Durante o dia ele trabalha construindo casas, à noite em um clube para mulheres. Vendo potencial em um colega da construção que ele chama de Garoto, Mike resolve ensinar tudo o que aprendeu sobre a arte de dançar e das mulheres. Mike então conhece Brooke (Cody Hom), irmã do Garoto, e passa a querer ter algo mais sério. Mas como ele poderá manter com seu badalado estilo de vida uma garota das antigas?
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Como outras pessoas comentaram, que desgraça de filtro sépia foi esse que colocaram no filme? Me incomodou muito, quase desisti de assistir, aguentei só pra ver os homens bonitos.
O Matthew McConaughey arrasou, eu simplesmente adorei o personagem dele. O cara sabe o que está fazendo.
O ator que faz "o garoto" não tem beleza, nem carisma, nem corpo, pra esse personagem. Deve ter feito o teste do sofá pra entrar. Um desperdício dar um papel de tanto destaque, pra um cara desse. 19 anos? Só se for em cada perna.
A irmã do garoto igualmente feinha e sem graça. Também não entendi a escolha dessa mulher.
Channing fazendo o que faz de melhor: entregando muito na dança e no carisma. Pena que as apresentações foram tão curtas.
Trilha sonora muito boa.
Apesar dos pesares, num geral gostei, achei divertido. Me peguei rindo em vários momentos.
- Ainda estou curioso do porquê Steven Soderbergh foi se interessar em fazer um filme sobre os bastidores de um clube de strip masculino, mas eu não estou reclamando.
- O culto ao corpo masculino, a brotheragem entre os caras no sentido de irmandade, a naturalidade da nudez e a carga de homoerotismo, me agradaram mais do que eu gostaria de admitir.
- Legal que um diretor tão prestigiado tenha decidido mostrar esse microcosmo da Florida, e usado sua influência para reunir um elenco cheio de rostos conhecidos que grande parte da audiência já imaginou pelado – mesmo que nenhuma atuação mereça destaque. Eu, um defensor da objetificação masculina como reparação histórica, achei a premissa mais que suficiente para me interessar.
- A história não é grande coisa, uma vez que é livremente baseada nas experiências prévias do ator e produtor Channing Tatum como stripper, e o roteirista Reid Carolin não fez muito para torná-la mais 'cinema'. Porém, mesmo as cenas das performances de dança sensual, não são mais do que matéria-prima para GIFs no Tumblr, poderiam ser mais elaboradas... E o resto, é legal, mas esquecível.
- O romance que rola entre Channing Tatum e a moça, é fofo quando precisa ser e triste quando precisa ser, mas a naturalidade com que o flerte é levado, sem um texto muito clichê e tal, foi o que eu mais curti. Mike não conseguindo empréstimo bancário apesar de ter feito tudo certo, e mais tarde, todas as suas economias indo para o ralo, me parece um desabafo sobre as dificuldades de concretizar o "american dream".
- O filtro amarelo é terrível, já vi tantas produções na Florida com essa estética, que estou começando a achar que a luz lá é feia assim mesmo.
- E me parece que Soderbergh se apaixonou pela ideia (que o diretor chamou de "ouro"), ficou com hiperfoco no assunto e esqueceu de contar uma boa história ou de criar cenas realmente memoráveis.
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#Max
Reassisti essa semana.
Continua muito bom hahaha
Fui chei de expectativa…
E parece q o filme tá c um filtro verde irritante, aquela cena da praia mds q praia estranha a cor de tudo.
03/25
Nunca consegui terminar de assistir. Parecia uma ideia engraçadinha, com uns gostosinhos (de corpo, pelo menos) rebolando sem camisa, mas foi um puta constrangimento.
Quando o Matthew McConaughey começou aquela putaria no palco — agarra bunda, agarra saco —, eu cai fora. Eu pensei que ele não pudesse ser mais constrangedor do que em "O Lobo de Wall Street", mas eu estava dolorosamente errada. Cada cena dele aqui é pior do que a outra. Gzus...
Deve ser divertido para as coroas safadas.