Patrick Stewart esta ótimo no papel, egocêntrico por demais haha, nunca tinha ouvido falar desse filme ,fiquei curioso e gostei muito do que vi, esse formato de filme me agrada muito.
Perdoem o título em português genérico e superficial dessa ótima fita dramática independente, digna, com humor sadio e um excepcional trabalho de Patrick Stewart, que implode paradigmas dos papéis que costuma interpretar no cinema de ficção científica e ação (como as franquias X-Men e Star Trek). Ele interpreta um carismático professor de dança, homossexual, membro da Juilliard School, que viveu toda uma história no mundo da dança norte-americana. Hoje, é um homem solitário, mora num aconchegante apartamento em Manhattan, faz tricô assistindo televisão, fuma maconha e tem o estranho hábito de colecionar as pontas de suas unhas cortadas num pote, como objeto de decoração na sala. A rotina do velho senhor se transforma da água para o vinho quando recebe em casa uma jornalista, com o marido, que, numa entrevista para sua tese, pretende traçar um perfil da dança em Nova York nos anos 60. Com o passar das horas juntos, revelações surgem abalando o clima harmonioso daquele dia aparentemente comum. Do início ao fim o filme assume o estilo teatral, com diálogos intensos sobre trabalho, intimidades, arte, sexo e vida, rodado em poucos ambientes (quase tudo ocorre na sala, durante a entrevista) e dá liberdade aos três atores, resultando em uma obra sensata e emocionante, inclusive para o público menos familiarizado com o cinema independente. E para finalizar destaco de novo: a atuação de Patrick Stewart, aos 75 anos, é a alma graciosa do filme. Ele arriscou e se deu bem nesse exercício particular da carreira, brindando-nos com um papel magistral! Produzido em 2014, chegou ao Brasil somente agora em DVD, lançado pela A2 Filmes com o selo da Flashstar. POR FELIPE BRIDA - BLOG 'Cinema na Web'
Patrick Stewart esta ótimo no papel, egocêntrico por demais haha, nunca tinha ouvido falar desse filme ,fiquei curioso e gostei muito do que vi, esse formato de filme me agrada muito.
Perdoem o título em português genérico e superficial dessa ótima fita dramática independente, digna, com humor sadio e um excepcional trabalho de Patrick Stewart, que implode paradigmas dos papéis que costuma interpretar no cinema de ficção científica e ação (como as franquias X-Men e Star Trek). Ele interpreta um carismático professor de dança, homossexual, membro da Juilliard School, que viveu toda uma história no mundo da dança norte-americana. Hoje, é um homem solitário, mora num aconchegante apartamento em Manhattan, faz tricô assistindo televisão, fuma maconha e tem o estranho hábito de colecionar as pontas de suas unhas cortadas num pote, como objeto de decoração na sala. A rotina do velho senhor se transforma da água para o vinho quando recebe em casa uma jornalista, com o marido, que, numa entrevista para sua tese, pretende traçar um perfil da dança em Nova York nos anos 60. Com o passar das horas juntos, revelações surgem abalando o clima harmonioso daquele dia aparentemente comum.
Do início ao fim o filme assume o estilo teatral, com diálogos intensos sobre trabalho, intimidades, arte, sexo e vida, rodado em poucos ambientes (quase tudo ocorre na sala, durante a entrevista) e dá liberdade aos três atores, resultando em uma obra sensata e emocionante, inclusive para o público menos familiarizado com o cinema independente.
E para finalizar destaco de novo: a atuação de Patrick Stewart, aos 75 anos, é a alma graciosa do filme. Ele arriscou e se deu bem nesse exercício particular da carreira, brindando-nos com um papel magistral!
Produzido em 2014, chegou ao Brasil somente agora em DVD, lançado pela A2 Filmes com o selo da Flashstar.
POR FELIPE BRIDA - BLOG 'Cinema na Web'
Gostei , ótima atuação do mentor dos X-men, , um filme imprevisível .