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Duração
Na Austrália, jovem muda-se para uma casa de repouso para idosos que pertenceu à sua falecida mãe. Lá encontra o diário da mãe e percebe que misteriosos acontecimentos mencionados por ela nas páginas do diário começam a se tornar realidade- inclusive bizarros assassinatos.
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Esteticamente belíssimo. Terror minimalista com minutos finais frenéticos, só pra quem é fã de tramas com construções lentas. Dito isso, eu amei.
Next of Kin (1982), no Brasil Mais Próximo do Terror, eu esperava mais pela sinopse. Acho que o filme não entrega a história como prometia e expõe tudo para o espectador de forma muito direta, o que me deixou meio perdido. Eu entendo a trama lendo as memórias da mãe no diário, mas não vi quase nada do que ela escrevia acontecer na tela.
Na hora que as coisas começam a se revelar, eu achava que os vilões seriam Connie (Gerda Nicolson) e o Dr. Barton (Alex Scott), mas eles simplesmente somem da história. Quem assume esse papel no final é Rita (Bernadette Gibson) e o filho dela (Robert Ratti), que até então tinham passado batido pra mim. O início é meio parado, as coisas não se conectam direito e ficam soltas, sem criar uma boa ligação entre os eventos.
Mas o final é bom, apesar de eu entender que a motivação era vingança.
Mesmo assim, não vejo necessidade de fazer tudo o que foi feito, principalmente matar o Barney (John Jarratt).
Assistido em 02/04/2026
- um filhote australiano de o iluminado
- bebe diretamente da obra do kubrick, vários elementos e cena bem parecidas, mas consegue construir sua própria história de forma bem original
- foge dos clichês do gênero e consegue surpreender do meio pro fim
O desenvolvimento é lento, mas isso não prejudica a história, ainda assim você se prende e instiga a curiosidade em descobrir o que está acontecendo.
A sequência final é muito bem feita, com o twist de que era a tia doida que estava fazendo isso tudo e matando os próprios idosos, tudo por vingança pela sua irmã tê-la internado em um manicômio.
Destaque para a cena da Linda plena, montando uma pirâmide de cubos de açúcar, esperando que alguém viesse atacá-la! HAHAHAHAHA'
O suspense é construído gradativamente e segue assim até o final. A fotografia, os enquadramentos em cena, o uso da câmera lenta tornam a trama instigante.
Faltou um cuidado maior com o desenvolvimento da narrativa, mas nada que tire o mérito da produção, que funciona bem mesmo depois de 40 anos do lançamento.