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Data de lançamento
12 Jan. 1996Duração
Dois doidões (Pauly Shore e Stephen Baldwin) que não vivem sem conforto acabam participando de experiência científica. Mas descobrem tarde demais que terão que passar um ano dentro de uma redoma de vidro. E começam a levar os cientistas à loucura. No entanto, para sair eles terão que descobrir como salvar a Terra e ajudar os cientistas nessa missão.
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Se tivesse uns 20 minutos a menos, talvez chegasse a ser mediano. O filme até começa bem, dá a entender que pode vir algo divertido, mas logo desanda. A partir do momento em que os dois protagonistas ficam só zoando, o humor perde totalmente a graça e cai num nível muito bobo. Eu entendo que a proposta é ser um humor adolescente, mas nem adolescente é tão bobo assim. Na verdade, parece mais um humor pré-adolescente — quase um humor “virgem”, daquelas pessoas que ainda estão para chegar na adolescência.
O problema é que ver dois marmanjos agindo como completos idiotas cansa rápido. Não é que eles sejam apenas imaturos — eles são completamente tapados, sem noção, parecendo realmente neandertais, como algum personagem do próprio filme chega a dizer. As atitudes deles são tão exageradas que perdem qualquer traço de carisma ou simpatia, tornando tudo forçado e difícil de assistir.
Stephen Baldwin, que estava no auge da beleza e do estilo com aquele cabelo, até chama atenção visualmente, mas o personagem é extremamente bobo. Eu até entenderia se o outro, vivido por Pauly Shore, fosse um pouco mais maduro e equilibrasse a dupla, mas não — ele é só um pouco mais esperto, e ainda assim tão bobo quanto o Baldwin. O resultado é que os dois acabam competindo para ver quem é o mais idiota.
Outra parte que incomoda é o interesse das duas doutoras pelos protagonistas. É totalmente forçado e sem sentido, parece algo enfiado no roteiro só para criar uma “recompensa” romântica no final. Não convence em nenhum momento, até porque não há nenhuma razão lógica para elas se encantarem por dois caras que só atrapalharam o projeto e agiram feito palhaços o filme inteiro.
E, pra fechar, o final consegue ser ainda mais incoerente.
Na explosão, apenas eles saem todos bagunçados, enquanto o resto das pessoas que estavam ali, bem perto, ficam intactas. Coerência passou longe. Parabéns pra quem escreveu esse desfecho.
No fim das contas, *Bio-Dome* é um daqueles filmes que até poderiam ter funcionado se tivessem um pouco mais de noção e menos exagero. A ideia do confinamento ecológico é curiosa e daria pra brincar bem com a comédia de situações, mas tudo é jogado fora em meio a piadas infantis e atuações caricatas. Lançado em 1996, o longa até tenta surfar na onda das comédias malucas da época, mas o resultado é um humor datado e cansativo, lembrado mais pelos absurdos do que por qualquer momento realmente engraçado.
Assistido em 09/10/2025
Esse filme era para ser engraçado?
Nada que possa nos oferecer.É uma comédia repleta de rostos conhecidos,mas ninguém desempenha nada memorável.A dupla protagonista é ligeiramente vergonhosa.
- 23 de Março de 2019
Por algum motivo acho esse filme um barato
https://www.youtube.com/channel/UC7hu0wLVHZ5nkrgr9z6GB3Q
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