Uma policial novata assume voluntariamente o último turno em uma delegacia de polícia recém-desativada. Ela espera descobrir a misteriosa conexão entre a morte de seu pai e um culto, mas durante a noite ela é surpreendida por terríveis eventos sobrenaturais que se conectam ao passado insólito de sua família.
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Malum é aquele tipo de terror que te prende fácil pela atmosfera, mas que também te deixa com uma pulga atrás da orelha quando termina. É interessante, envolvente… e ao mesmo tempo meio confuso principalmente quando entra na parte da seita.
A história acompanha Jessica, uma policial novata que decide passar a noite sozinha em uma delegacia prestes a ser desativada. O detalhe é que esse lugar carrega um passado pesado: foi ali que o pai dela morreu, envolvido com um caso ligado a uma seita misteriosa. A partir daí, o filme mergulha em um terror cada vez mais intenso, onde realidade e alucinação começam a se misturar o tempo todo.
O grande destaque aqui é o clima. A delegacia vazia cria uma sensação constante de isolamento, quase sufocante. Tudo parece errado, silencioso demais, e o filme sabe usar muito bem essa tensão crescente. Não é um terror focado só em sustos rápidos ele aposta mais no desconforto, em imagens perturbadoras e numa sensação de ameaça constante.
E aí entra a parte mais curiosa: a seita. A ideia por trás dela é muito boa, cheia de elementos intrigantes. Existe claramente uma crença envolvendo transformação, sacrifício e algum tipo de “renascimento”, como se os membros estivessem buscando transcender a própria realidade. Só que o filme nunca explica isso de forma direta. Em vez disso, ele entrega pedaços: símbolos estranhos, falas enigmáticas, visões desconexas.
Isso acaba criando um efeito duplo. Por um lado, deixa tudo mais misterioso e até mais imersivo. Por outro, dá a sensação de que falta uma base mais clara como se você estivesse tentando entender regras que nunca são totalmente reveladas.
No fim, essa confusão pode até ser intencional. O filme te coloca na mesma posição da protagonista: perdido, tentando entender algo que parece grande demais pra ser compreendido. Só que isso também pode afastar quem prefere histórias mais bem amarradas.
ideia boa mas má executada
Não gostei, algumas tentativas de sustos baratos, ainda não vi o original, pretendo ver e comparar com esse remake.
Que filme horrível
Não chega nem aos pés da primeira versão. Quem quiser ver esse filme, mas BOM MESMO, veja Last Shift.