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A tragic accident when a bus hit a high power line has claimed the lives of all of the passengers on board, except for gentle Dan McCormick (Lon Chaney Jr.), who survived the accident because he was virtually immune to electricity. McCormick, who does a sideshow exhibit as Dynamo Dan, the Electric Man is taken in by good Dr. John Lawrence (Samuel S. Hinds), who wants to study him. However his colleague, mad scientist Dr. Paul Rigas (Lionel Atwill) wants to create an army of electrobiologically-driven zombies. He gives McCormick progressively higher doses of electricity until his mind is ruined, and he is addicted to the charge. This temporarily gives McCormick the touch of death, making him capable of killing anyone he touched by electrocution. After accidentally killing Lawrence, Rigas insures McCormick's conviction to see what will happen if he is sent to the electric chair. McCormick survives, and with a super charge in his glowing body he kills several people, including Rigas, before running out of electricity and dying.
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Man Made Monster (1941), no Brasil O Monstro Criado pelo Homem, é um filme que mais entristece do que assusta. O que deveria ser um terror acaba se tornando uma tragédia bastante melancólica, principalmente pela forma como o Dr. Rigas (Lionel Atwill)
destrói completamente a vida de Dan (Lon Chaney Jr.).
Rigas transforma
Dan em uma espécie de monstro elétrico, roubando-lhe a liberdade, a personalidade e a alegria. O pobre Dan, que antes era um homem simples, extrovertido e brincalhão — especialmente com o cachorro Corky —, passa a andar cabisbaixo, sem energia e praticamente vazio por dentro. Ver ele sendo obrigado a matar o bondoso Dr. Lawrence (Samuel S. Hinds), que o tratava bem, é particularmente doloroso.
A possível paixão
que Dan sentia por June (Anne Nagel) também fica apenas no campo da sugestão, sem qualquer desenvolvimento. Poderia ter sido um elemento interessante, mas o filme deixa isso de lado, reforçando ainda mais a sensação de perda e solidão do personagem.
Lionel Atwill está excelente no papel do cientista maluco. Sua aparência austera, olhar frio e tom de voz já entregam o personagem perfeito para esse tipo de figura obcecada. Aliás, esse tema de cientistas querendo criar exércitos invencíveis era bastante atual na época, com a Segunda Guerra Mundial em curso —
a ideia de fabricar soldados super-humanos controlados por eletricidade reflete bem o medo e a paranoia científica daquele período.
No final, o filme decepciona como terror, mas acaba sendo bem eficiente como drama triste sobre a perda da humanidade.
Uma tragédia disfarçada de monstro.
Ah, e a sinopse em inglês contém spoiler.
Foi assim que nasceu a cerca elétrica?
Confesso que a cena do Corky debruçado sobre o Dan morto foi triste pcrlh
Assistido em 22/05/2026
Ficção de terror que foi um excelente exemplo da unidade de imagens b da Universal em seu auge, Este curto filme está entre os melhores produtos de terror de 2° escalão do estúdio. O filme foi relançado no final da década de 1940 sob o oportuno cognome "O monstro atômico". "O monstro elétrico", como ficou conhecido aqui no Brasil, lançou a carreira de Lon Chaney Jr. (1906-1973) como uma estrela em filmes de terror, e o sucesso do filme levou diretamente ao seu elenco no grande papel de sua carreira, O lobisomem (41), do mesmo diretor. O traje de borracha usado por Chaney pesava 70 libras.
"Big Dan" McCormick é o único sobrevivente de um acidente de ônibus. Intrigado com a aparente imunidade de Dan à eletricidade, o dr. John Lawrence, ilustre biólogo, pede a Dan para visitá-lo em seu laboratório, onde o assistente de Lawrence, Dr. Paul Rigas, está secretamente conduzindo experimentos para provar sua teoria de que a vida humana pode ser motivada e controlada por eletricidade. Rigas convence Dan a se submeter a testes, onde Dan absorve cargas cada vez mais poderosas até desenvolver um incrível grau de imunidade. Rigas faz um teste final ao derramar uma tremenda carga no corpo de Dan, e Dan se torna sobre-humano e seu corpo brilha.
A cena dos caras tentando assar o Lon Chaney Jr. na cadeira-elétrica! Isso sim é clássico!! Não foi um ator tão convincente quanto o seu pai (e também conseguia ser ainda mais alcólatra do que o velho) mas tinha muita expressão em cena.