Eva Lovelace è uma garota simples do interior da Nova Inglaterra, mas também uma jovem com bastante garra e ambição a fim de realizar seu sonho: tornar-se uma atriz de teatro bem sucedida. No entanto, sua beleza faz com que não levem seu verdadeiro talento a serio, e por isso Eva precisa lutar mais que nunca por seu sonho, para que tudo não dure apenas uma única manhã de glória.
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É um filme esquecível que fala do tão sonhado lugar ao sol, junto à fama, riqueza e o nome brilhando em enormes letras garrafais na Broadway. A inserção no mundo da atuação e como os atores e atrizes são vistos como peças descartáveis, e não mudou muita coisa passados quase 100 anos, é uma visão interessante de acompanhar.
Contudo, a ideia não acompanhou a direção enfadonha e caricata. Um filme curto, mas exaustivo. Katharine Hepburn está excelente no papel dessa atriz em escala à fama, mas ficamos nessa dualidade, ela atua na vida muito mais que nos palcos, talvez para não sucumbir aos leões. Um Oscar ok, nada extraordinário, ainda mais falando da pessoa que é.
Dito isso, a performance que mais gostei e queria mais dela foi da Mary Ducan como a impagável Rita Vernon, uma pena não existir a categoria de coadjuvante na época, seria dela!
O filme tem uma boa história de busca pelo sucesso que poderia ter tido melhor resultado se não fosse o tom exagerado da sua protagonista que é uma atriz de teatro que parece atuar mesmo quando está fora dos palcos. Não por culpa de Katharine Hepburn que a interpreta e que faz o seu melhor no papel tornando a personagem mais carismática do que poderia ter sido nas mãos de outra atriz. Tanto que acabou levando o primeiro dos quatro Oscars da sua carreira.
A única coisa que eu consigo falar sobre esse filme é a atuação maravilhosa de Hepburn. E só.
Achei o filme fraquíssimo e o ponto alto é realmente a atuação de Hepburn que consegue entregar algo bom em meio a um roteiro tão pobre, mas mesmo assim não achei uma atuação TÃO arrebatadora a ponto de um Oscar, mas vendo pelas concorrentes do ano, ela era a mais forte. Se fosse para dar um Oscar justo, daria por Alice Adams, onde ali sim ela está arrebatadora e o roteiro ajuda.
Hepburn rouba a cena e consegue ser a melhor coisa do filme.Drama totalmente sem rumo e sem emoção.Mesmo tendo uma curta duração,temos um filme entediante.
>Assistido em 26 de Junho de 2023