Quando um estudante parisiense de 25 anos, Gérard Morere, ouve falar em uma palestra, de um tesouro que Troilus perdeu no mar depois da Guerra de Peloponnésio, ele pensa que sabe que onde está, graças a descoberta de uns destroços que viu 5 anos atrás ao mergulhar perto da ilha de Levezzi. Ele consegue ajuda com os amigos e uma pessoa para investir no seu sonho, o bastante para levá-lo até Tanger, onde ele convence um contrabandista de cigarros, Erick, levá-lo atá a ilha. Lá, encontra Manina, a filha do guardião do farol, com 18 anos, bela e pura. O Erick pensa que Gérard lembra com presteza onde está o tesouro, mas a convicção de Gérard, requer paciência. Mergulhos de dia e romance à noite
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Produção francesa que é uma aventura romântica em preto e branco da Sport-Films e Cocinor. Teve uma versão colorizada por computador. O filme foi rodado em Cannes, Nice e Paris no verão de 1952.
A estréia de Brigitte Bardot no cinema. A famosa atriz francesa não aparece nos primeiros 40 minutos do filme. O longa pôde ser exibido nos Estados Unidos, apesar da proibição do Código Hays de exposição da barriga como filme estrangeiro. E também gerou polêmica pelos escassos biquínis usados pelo jovem Bardot no filme, uma das primeiras ocasiões em que um biquíni apareceu no cinema e quando o biquíni ainda era amplamente divulgado, considerado imodesto. O 4° filme do ator Jean-François Calvé (1925-2014).
O filme de Willy Rozier (1901-1983) é uma produção sombria, com um roteiro e atuações amadoras e quase que risíveis. No entanto, possui um tipo estranho de charme sobrenatural, quase apesar de si mesmo. As bonitas paisagens francesas, as tomadas no fundo do mar e a beleza escultural da jovem Bardot aos 17 anos mantém o interesse.
Filme bem fraco e bobo. Arrumaram um pretexto para um romance sem química nenhuma e que não convence, assim como outras situações.
Além disso, tem pelo menos três cenas que são enrolação total.
Caso você por algum motivo queira ver esse filme, saiba o que vai encontrar pela frente:
1)Esse é um filme realmente ruim. A premissa de um estudante de algum curso não identificado caçando tesouros da era romana e usando pessoas para financiar sua viagem de navio até uma ilha paradisíaca. E insira um romance piegas no meio.
2) Cortes bruscos e sequências mal montadas. Os erros de continuidade são muito claros e toscos.
3) Um explotation ao nível 50's francês.
4) A tal Manina, protagonista e título do filme só aparece lá pros 40 minutos do longa e adora cantar, só que ao invés de isolarem a voz da cantora, existe um acompanhamento de uma orquestra.
5)Brigitte Bardot ainda sem os traços que o mundo se encantaria. Porém fascinante ver o carisma natural dela, ela parecia feliz e até disposta, o que tornou raríssimo na sua carreira, querendo atuar de verdade, em vez de apenas posar paras as câmeras de maneira sensual.
6) BB está de biquini, o que foi um escândalo na época, principalmente pela tentativa frustrada de seu tentar proibir o filme.
Se for muito fã de BB, veja, senão procure outra coisa, essa porcaria aqui não tem nada de interessante e nem é divertido de assitir. Embora tenha 85 minutos, parece que o filme não acaba nunca, o que é uma pena.
nota 5,5....nao gostei muito.....da metade p final, melhorou um pouco....
Não gostei muito não, apesar de ser fã da B.B, foi o filme dela que menos gostei!