Os detentos do presídio da Ilha Anchieta se rebelam, provocando uma fuga em massa. A polícia prende a maioria dos fugitivos sobreviventes, mas o grupo liderado por Adriano foge selva a dentro com os perseguidores em seu encalço.
Bem violento, Mãos Sangrentas chegou a ser censurado quando de seu lançamento nos anos 1950. O diretor argentino/brasileiro impõe um ótimo ritmo na ação, até hoje poucas vezes visto no cinema brasileiro. O roteiro é bem padrão, mas as atuações vão de boas a ótimas, como a do protagonista Córdova. Uma boa alma postou o filme completo no YouTube neste começo de 2022. Claro que a obra carece de uma merecida restauração, mas dá pra assistir sem problemas.
Filme que merece uma cópia decentemente restaurada. Mostra bem como este subestimado diretor tinha firmeza em seu trabalho e total domínio sobre os gêneros todos. Aqui, um perfeito exemplo de film noir de presídio. Excelente.
A participação de Tonia Carrero é breve porém arrebatadora e o personagem de Arturo de Córdova é ótimo, muito intenso em sua dramaticidade inata. Surpreendi-me com a extrema violência do filme, a primeira metade sendo absolutamente claustrofóbica em suas extensões insulares. Porém, a captura um tanto previsível dos presos (sobretudo por seus fantasmas interiores) soou um pouco convencional. Mas não deixa de ser um filme merecedor de demorados encômios: deveria ser muito mais valorizado em nossa cinematografia recôndita! (WPC>)
Bem violento, Mãos Sangrentas chegou a ser censurado quando de seu lançamento nos anos 1950. O diretor argentino/brasileiro impõe um ótimo ritmo na ação, até hoje poucas vezes visto no cinema brasileiro. O roteiro é bem padrão, mas as atuações vão de boas a ótimas, como a do protagonista Córdova.
Uma boa alma postou o filme completo no YouTube neste começo de 2022. Claro que a obra carece de uma merecida restauração, mas dá pra assistir sem problemas.
Filme que merece uma cópia decentemente restaurada. Mostra bem como este subestimado diretor tinha firmeza em seu trabalho e total domínio sobre os gêneros todos. Aqui, um perfeito exemplo de film noir de presídio. Excelente.
A participação de Tonia Carrero é breve porém arrebatadora e o personagem de Arturo de Córdova é ótimo, muito intenso em sua dramaticidade inata. Surpreendi-me com a extrema violência do filme, a primeira metade sendo absolutamente claustrofóbica em suas extensões insulares. Porém, a captura um tanto previsível dos presos (sobretudo por seus fantasmas interiores) soou um pouco convencional. Mas não deixa de ser um filme merecedor de demorados encômios: deveria ser muito mais valorizado em nossa cinematografia recôndita! (WPC>)